domingo, 16 de maio de 2010

Apresento ao presidente do PSDB o '3º eleitor de Dilma': eu

Se o Bernardo é o 1º, o Cap. Fernando é o 2º eu (Renê)  sou o 3º.

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Por Bernardo Joffily

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), declarou nesta quinta-feira (13), no Recife, que não conhece nenhum eleitor de Dilma Rousseff, que os votos não são dela, são do presidente Lula. Eu, Bernardo Joffily, jornalista, 59, apresento-me modestamente mas com muito orgulho ao nobre senador como primeiro eleitor de Dilma. E digo o porquê.

Sérgio Guerra acompanhava o seu presidenciável, José Serra, quando se saíu com esta: "Dilma tem cerca de 30% de intenções de voto, mas eu não conheço nenhum eleitor de Dilma. Os votos não são dela. Se Lula não fizer essa ação por ela, Dilma não existe. Todo esse percentual é de candidata de Lula e não dela."

A tirada faz parte do discurso eleitoral tucano de 2010, que foge de bater no presidente mais popular que o país já teve. O próprio Serra disse no mesmo dia que Lula "está acima do bem e do mal", é uma "entidade" e "um fenômeno que não se repetirá nem hoje, nem amanhã, nem nunca".

Pois eu, senador Guerra, sustento que Dilma Rousseff tem tudo para fazer um governo ainda melhor que o de Lula. Possui densidade, coerência e capacidade para fazer a terceira gestão da "turma do Lula" superar a segunda, que já avançou em relação à primeira. E exponho as razões desta convicção.

Um itinerário consequente

Tomei contato com a hoje candidata de Lula em 2003, quando o então novo governo dava seus primeiros passos. Em meio a uma constelação de novos ministros, alguns com muito mais condecorações, aquela moça das Minas e Energia chamou-me a atenção.

Ela não só evidenciava um excepcional conhecimento das coisas de sua pasta. Projetos como o Luz para Todos indicavam muito mais do que uma tecnocrata competente. Dilma enxergava as minas e a energia a partir de uma visão de mundo e de Brasil. "Essa aí pensa a nação", anotei, num canto da memória.

Fui atrás de mais informação e tomei conhecimento da trajetória de Dilma. A militância contra a ditadura, primeiro na Polop, na Faculdade de Economia da UFMG, depois na Var-Palmares. A longa prisão, aos 22 anos, quando foi barbaramente torturada. O apelido de 'Joana D'Arc da Esquerda', citado em um relatório da embaixada americana ao Departamento de Estado em Washington. A opção pelo PTB-PDT de Leonel Brizola, que tinha uma viva marca nacional e antiimperialista. E a mudança do PDT para o PT em 2000, para continuar ajudando Olívio Dutra no governo gaúcho. Vi nesse longo itinerário um fio de consequência.

O gesto de coragem de Lula

Aí, senador Guerra, veio o 'Mensalão', quando os senhores chegaram a testar o lema "Fora Lula" e examinar a opção de um pedido de impeachment. No calor do escândalo, caiu o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. A sua turma, senador, estava "encantada", porque "estaremos livres dessa raça pelos próximos trinta anos", para usar as palavras de seu ex-colega e ainda aliado Jorge Bornhausen.

Lula, encostado nas cordas pelos senhores, chamou Dilma para substituir Dirceu. Foi um gesto de coragem. O chefe da Casa Civil é quase um primeiro ministro. Dilma tinha apenas cinco anos de PT. Não tinha uma tropa própria para o pesado empurra-empurra do jogo político. O que tinha? Uma ficha invulnerável aos ataques dos inquisitores do 'Mensalão'. E ideias, e determinação, e uma notável capacidade de trabalho, como logo ficou provado, com o PAC.

Naquele de junho de 2005 eu comentei com os meus botões: "Essa moça daria uma bela presidente da República..."

Confesso que não botava muita fé. Havia um imenso caminho a percorrer. Mas Deus escreve certo por linhas tortas. Lula, esse torneiro-mecânico que é um gênio da política, dobrou em 2007 a sua audaz e certeira aposta de 2005 e escolheu Dilma como a sua sucessora.

O presidente não podia ter feito melhor escolha. Olho para a base do governo, que não é pequena nem carente de talentos; passo em revista uma dúzia de alternativas possíveis. Minha conclusão: Dilma é a melhor candidata presidencial que o campo pró-Lula poderia ter. A melhor para ganhar. E de longe a melhor para governar.

A decisão de Lula foi o passo decisivo. De outra forma, Dilma não passaria pelo crivo da escoha intrapetista. Mas com o presidente como eleitor, ela foi aclamada pela unanimidade do PT. Conquistou o PMDB de Michel Temer. Conquistou o PSB de Ciro Gomes. Está construindo uma coligação de centro-esquerda que pode chegar a 11 partidos. Embora as pesquisas a coloquem em segundo lugar, ou no méximo em empate técnico com Serra, quem sabe ler nas entrelinhas constata, até na oposição e em sua mídia, que ela é vista como a favorita na disputa de outubro.

Nunca foi candidata? e daí?

Dilma Rousseff nunca foi candidata a nada. Mas isso não é necessariamente um handicape negativo, em um país onde os políticos são vistos com enorme desconfiança. Perguntada sobre sua inexperiência eleitoral, ela escreveu no Twitter esta semana: "Fico pensando se isso não é bom, uma lufada de ar novo na política tradicional".

Além disso, há precedentes. Em certo país nada distante, já houve uma história assim. Uma ex-presa política, levada ao Ministério da Saúde por sua competência, em seguida à sensibilíssima pasta da Defesa Nacional; foi lançada para presidente mesmo com experiência eleitoral zero. A direita a acusou de inexperiente e próxima de "grupos terroristas". Era a chilena Michele Bachellet, qure mesmo assim se elegeu, se reelegeu e concluiu seu mandato em março passado com uma aprovação tipo Lula: 84%.

A possibilidade de um governo Dilma superar o atual em realizações e conquistas também se baseia em um raciocínio concreto. Primeiro, porque ela vai continuar e aprofundar dos avanços já conquistados nos dois mandatos de Lula. Segundo porque irá dispor de noções como frente de centro-esquerda e governo de coalizão, que estavam longe de serem um consenso na fase logo após a vitória de 2002, mas fasem parte da visão de país de Dilma. E terceiro, porque contará com a lucidez, a sagacidade e a experiência de seu descobridor, lançador e eleitor, o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva.

Um grão de verdade numa frase de Serra

Duas palavras finais sobre Lula. Há um grão de verdade na frase de Serra, de que ele "é um fenômeno que não se repetirá nem hoje, nem amanhã, nem nunca". Mas todos nós, humanos, inclusive ele, Serra, e também Dilma, somos assim, inéditos e irrepetíveis. E eu espero que o presidenciável tucano de 2010 não esteja querendo dizer, como Geraldo Alckmin disse na campanha de 2006, que a turma de Lula "já teve a sua chance" e está na hora de voltar à normalidade, àquela política que se repete sempre, baseada nas mesmas classes dominantes, desde que o Brasil é Brasil.

Lula, com sua biografia e seu governo, cavou um lugar especialíssimo na história do país. Mas Lula não é o lugar do finalizador de uma obra. É, sim, o do desbravador, do pioneiro, do inaugurador de um ciclo novo que está apenas engatinhando. Como diz o slogan tucano, "o Brasil pode mais": poderá cada vez mais se continuar no caminho de Lula, que é o de Dilma, oposto ao de FHC, Serra & Cia.

Sérgio Guerra não precisa concordar com as minhas razões. Mas enviarei hoje mesmo o endereço deste artigo ao seu gabinete no Senado (enquanto é tempo, pois ele desistiu de tentar a reeleição). E espero que ele nunca mais diga que não conhece nenhum eleitor de Dilma

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Agora eu sei o motivo do ódio do Presidente da Farsul Carlos Sperotto conta todos do PT

Bandido é bandido sempre. Independete do cargo....

No segundo turno da eleição estadual de 2006 "DESESPEROTTO" esteve em São Borja Pregando o "exterminio do PT e dos petistas",  após sua campanha no município, nós ampliamos a vitória do PT por aqui.


Maneco envia nota escrita pelo jornalista Affonso Ritter, em sua newsletter de 14 de dezembro. Ritter escreve: “Presidente da Farsul, Carlos Sperotto, é conhecido como “desesperotto” em reuniões envolvendo os problemas do agronegócio. O apelido não desonra o líder, mas dá a dimensão das cores com que ele pinta a realidade, que não é feita apenas de tragédias. Quadros mais realistas podem ser mais eficientes nos resultados”.

E Maneco comenta: “Sperotto deu nota 2 e pouco para o governo Lula e ironizou afirmando que a nota melhorara em relação a 2004 porque o presidente estava cada vez mais distante do PT. Para o deputado petista Elvino Bohn Gass, presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembléia Legislativa, a explicação para a opinião de Sperotto é simples: "Ele não passa dos dois de jeito nenhum. Quando foi candidato a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), fez a incrível votação de...dois votos. Sperotto é da turma do ódio ao PT. Talvez porque quando Olívio Dutra e Miguel Rossetto comandavam o Estado, era preciso limpar as botas antes de entrar no Piratini. Pior, contra o atual presidente da Farsul, na CPI da Terra, pesam acusações de desvio de dinheiro público. É, tem coisas que não se resolvem aos coices”.
Sobre as acusações a que Maneco se refere: o relatório rejeitado pela bancada ruralista na Comissão Parlamentar de Inquérito da Terra traz a informação de que o presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul recebeu do Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar) R$ 767 mil, entre 1998 e 2004. "Possivelmente a título de remuneração", diz o texto. Um documento do Tribunal de Contas da União de 2000 declarou que o salário de Sperotto supera o teto legal. Sperotto é presidente da Farsul e do Senar-RS, instituição da qual teria recebido um salário de cerca de R$ 15 mil mensais como presidente. Não há informações de quanto ele recebe como presidente Farsul. O relatório do deputado João Alfredo indica que dinheiro público estaria sendo usado para pagar o alto salário de Carlos Sperotto. Entre 1995 e 2005, o Senar recebeu em convênios com o governo a soma de R$ 849,8 milhões.

PPS e DEM lá como aqui em São Borja: dizem uma coisa e fazem outra

Quem Diria:  PPS (ex-comunistas) são iguais aos DEM
O PPS e o DEM são os partidos que, até agora, impediram oficialmente que candidatos com ficha suja concorram sob suas legendas neste ano. Os três partidos publicaram resoluções que tiram automaticamente da disputa aqueles que tiverem alguma pendência na Justiça de modo parecido com o que prevê o projeto da ficha limpa.


Ficam aqui as perguntas:


1. Como vai ficar a situação de Raul Jungmann, que responde na Justiça ação de improbidade administrativa por ter metido as mãos em R$ 39 milhões de reais do INCRA, na gestão de FHC?


2. Como vai ficar a situação de Augusto Carvalho, sócio-fundador do Contas Abertas, pilhado na Operação Caixa de Pandora, esquema que detonou Roberto Arruda, ex-governador Cassado do DF ?

Consenso de Washington - Você já ouviu falar?

Por acaso vc já ouviu falar em Consenso de Washington ? A turma do Serra sim....e muito.........


Leia este resumo, pois é muito importante para vc entender melhor o que está ocorrendo no país.
Ou o Projeto do PT ou do PSDB.

Há algumas forças de centro, que estarão presentes em ambos os projetos: perceba quem defende quem nestas eleições.


Leia e entenda melhor

FICHA LIMPA: DOIS DEPUTADO GAÚCHOS QUE ENVERGONHAM O RIO GRANDE

Darcísio Perondi - PMDB\RS e Paulo Pereira - PTB\RS envergonhram o povo Gaúcho.



A votação do requerimento para o adiamento da votação do projeto ficha limpa foi negado pela ampla maioria dos deputados federais. Ao todo, 14 parlamentares votaram contra, e 18 se posicionaram pela obstrução da matéria no plenário da Câmara.

Veja abaixo a lista completa:

Sim (pelo adiamento da proposta)


Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
Bel Mesquita (PMDB-PA)
Benedito de Lira (PP-AL)
Beto Mansur (PP-SP)
Chico Daltro (PP-MT)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Indio da Costa (DEM-RJ) *
José Carlos Araújo (PDT-BA)
Maria Lúcia Cardoso (PMDB-MG)
Maurício Quintella Lessa (PP-AL)
Moises Avelino (PMDB-TO)
Neudo Campos (PP-RR)
Roberto Balestra (PP-GO)
Zé Gerardo (PMDB-CE)

Obstrução


Asdrubal Bentes (PMDB-PA)
Bilac Pinto (PR-MG)
Darcísio Perondi (PMDB-RS)
Dr. Paulo César (PR-RJ)
João Carlos Bacelar (PR-BA)
José Rocha (PR-BA)
Leo Alcântara (PR-CE)
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
Marcelo Guimarães Filho (PMDB-BA)
Marcelo Teixeira (PR-CE)
Marcos Lima (PMDB-MG)
Mauro Benevides (PMDB-CE)
Neilton Mulim (PR-RJ)
Paulo Roberto Pereira (PTB-RS)
Roberto Alves (PTB-SP)
Sandro Mabel (PR-GO)
Silas Brasileiro (PMDB-MG)
Valdemar Costa Neto (PR-SP)

Abstenção

Eugênio Rabelo (PP-CE)
Jair Bolsonaro (PP-RJ)
Paulo Pereira da Silva (PDT-SP)
Moacir Micheletto (PMDB-PR)

SE ELEITO, SERRA COBRARÁ MENSALIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS

Mais esta!!!!!


É a privatização da educação ! Mais uma dos neoliberais que querem vender o resto do país !

Em uma entrevista à reporter Monica Weinberg, da revista Veja, Paulo Renato Sousa – secretário de educação de SP (JOSÉ SERRA-PSDB) e ex-ministro da educação de FHC – declarou que: é “bobagem” essa história de “preservar a universidade gratuita”, e que “é preciso, de uma vez por todas, começar a enxergar as questões da educação no Brasil com mais pragmatismo e menos ideologia”. (leia a entrevista completa)    http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/entrevista-paulo-renato-souza-508211.shtml.

OBS:

Ele foi ministro da educação de FHC, atualmente é secretário da educação de Serra, e é ECONOMISTA !

DIFERENÇA DOS PROJETOS: LULA X FHC

NO BRASIL SÓ HÁ 02 (DOIS) PROJETOS NACIONAIS, SEGUIR LULA OU FHC



PROJETO LULA - CANDIDATA DILMA


DESENVOLVIMENTISTA, MAIS ESTATIZANTE, MAIOR PRESENÇA DO ESTADO NACIONAL



PROJETO FHC - CANDIDATO JOSÉ SERRA


NEOLIBERAL, TEORIA DO ESTADO MÍNIMO - MENOR PARTICIPAÇÃO POSSÍVEL DO ESTADO E MAIOR PARTICIPAÇÃO DO MERCADO (EMPRESAS)



EXEMPLOS:

INFRA-ESTRUTURA - RODOVIAIS.

LULA - INSERE-SE ESTA OBRA NO PAC E BUSCA FINANCIAMENTO DO BNDES. EX: DUPLICAÇÃO DA BR 101.

FHC - O GOVERNO CONSTROI A RODOVIA (COM OS NOSSOS TRIBUTOS), CONVIDA-SE UM GRUPO DE INVESTIMENTOS (NORMALMENTE ESTRAGEIROS), E ESTE EXPLORA A RODOVIA ATRAVÉS DE PEDÁGIOS (COM VALORES ALTÍSSIMOS).



FORÇAS ARMADAS

LULA - FFAA FORTES, CARREIRA DE ESTADO, AUMENTO SALARIAL RESPONSÁVEL, REAPARELHAMENTO DAS FORÇAS, INDUSTRIA MILITAR DE DEFESA NACIONAL, DEFESA REGIONAL - REORGANIZAÇÃO DA OEA (AUMENTO DA IMPORTÂNCIA)

FHC - 8 ANOS SEM AUMENTO, CORTES ORÇAMENTÁRIOS A PONTO DE QUASE PARAR AS FFAA, DIMINUIÇÃO DA SUA IMPORTANCIA NO CONTEXTO GLOBAL - OEA (DIMINUIÇÃO DA IMPORTÂNCIA)





EDUCAÇÃO

LULA - EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA, UNIVERSAL. PRÓ-UNI; PRÓ-JOVEM URBANO; NOVAS ESCOLAS TÉCNICAS FEDERAIS (PROFISSIONALIZANTES)

FHC - QUER PRIVATIZAR TODO O SISTEMA EDUCACIONAL (Serra vai cobrar mensalidades nas universidades públicas )





BANCOS

LULA - MAIOR PARTICIPAÇÃO DOS BANCOS PÚBLICOS (BNDES-BANCO DO BRASIL-CEF) - CRIA NOVOS BANCOS ESTATAIS: ( EXIM BRASIL - INCENTIVO A EXPORTAÇÕES)

FHC - PRIVATIZA BANCOS. BUSCA-SE A REDUÇÃO DOS PAPÉIS DOS BANCOS PÚBLICOS NA ECONOMIA, POLÍTICA SOB A CARTILHA DO FMI - BID - BIS - FMI - BANCO MUNDIAL (LEIA).

sábado, 1 de maio de 2010

O Petista Lula é eleito um dos líderes mais influentes do mundo


Lula é eleito um dos líderes mais influentes
do mundo pela revista americana Time


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito pela revista norte-americana Time um dos 25 líderes mais influentes do mundo, figurando no topo da lista anual da publicação, divulgada nesta quinta-feira (29/04/2010). Além do presidente brasileiro, a revista traz os nomes das cem pessoas que mais se destacaram globalmente em diversas áreas. No artigo de abertura da lista, o cineasta Michael Moore - convidado para escrever o perfil do presidente - lembrou a eleição de 2002, na qual Lula foi eleito pela primeira vez, e o “nervosismo” com que o Brasil aguardava a gestão do primeiro operário e sindicalista a assumir o governo. A revista, que classificou o presidente brasileiro como um "genuíno filho da América Latina", destacou ainda o passado de Lula como sindicalista que, enfatiza a Time, chegou a ser preso por liderar um protesto. Ao relatar projetos sociais idealizados pela gestão de Lula, como o programa Fome Zero, o cineasta afirma que os americanos têm uma "lição" para aprender com os brasileiros: segundo a publicação, enquanto o Brasil tenta chegar à condição de país de Primeiro Mundo, cada vez mais os Estados Unidos se parecem com um país de Terceiro. Segundo a Time, Lula busca para o país o que os Estados Unidos chamavam de "O Sonho Americano" - uma das razões pela qual ele é tão popular.Moore, que não esconde a admiração pelo presidente do Brasil, conclui o artigo destacando que, segundo ele, o resto do mundo deve aprender com Lula: A publicação, que apresenta personalidades de diversas áreas de atuação, apresenta outros 24 políticos mundiais, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama; a ex-candidata à Vice-presidência Sarah Palim; entre outros.



Veja a lista da Time



Líderes
1. Luiz Inácio Lula da Silva
2. J.T. Wang
3. Admiral Mike Mullen
4. Barack Obama
5. Ron Bloom
6. Yukio Hatoyama
7. Dominique Strauss-Kahn
8. Nancy Pelosi
9. Sarah Palin
10. Salam Fayyad