terça-feira, 23 de outubro de 2012

Marco Aurélio Mello, Ministro do STF, e sua turma de mal intencionados

Marco Aurélio(Collor de) Mello e o número 13

Por que só ele condenou a Geiza ?
               

Do infatigável Burburinho ( quem é ele ?):

1 – Marco Aurélio Mello condenou a Geiza, que TODOS absolveram, só para fazer o número 13.

Clique aqui para ler

2 – Marco Aurélio Mello lembra que número dos integrantes da “quadrilha” é 13, igual ao número do PT na Justiça Eleitoral.

Clique aqui para ler

3 – Revista Época do ano 2000, diz de Marco Aurélio Mello é “Supersticioso, programa posses e eventos importantes para o dia 13.

Clique aqui para ler “(Collor de) Mello dá a senha: é Lula, o 13″.

E aqui para ver o vídeo “(Collor de) Mello defende o Golpe. (O de 1964)”.
 
Fonte: Conversas Afiadashttp://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2012/10/16/collor-de-mello-defende-o-golpe-o-de-1964/

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

P.I.G com posturas diferentes para fatos similares. Que vergonha!

Joaquim Barbosa e o mensalão tucano
   
“E sobre o outro, vocês não vão perguntar nada?”. Segundo a colunista, o ministro recebe como resposta “sorrisos amarelos”


Relator de ambos os mensalões no STF, o ministro Joaquim Barbosa assume a presidência do tribunal em novembro e, segundo informações da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, não deve levar os processos que estão sob sua responsabilidade para relatar. Dessa forma, a relatoria do mensalão mineiro ficará nas mãos do ministro que a presidente Dilma Rousseff nomeará no lugar do atual presidente da corte, o ministro Carlos Ayres Britto, que se aposenta em novembro.
Segundo Joaquim Barbosa, “a imprensa nunca deu bola ao ‘mensalão mineiro’”. As informações também são da coluna de Bergamo. A colunista informa que Barbosa acredita que o risco de prescrição no mensalão tucano é até maior do que havia no mensalão federal. O ministro ainda teria dito a interlocutores que, se no caso do mensalão petista tudo quase sempre foi aprovado por unanimidade no STF, no mineiro as dificuldades sempre foram maiores.
O futuro presidente do STF também questiona a imprensa em relação ao mensalão mineiro. Quando procurado por repórteres para falar do processo contra petistas, provoca, ao fim da entrevista: “E sobre o outro, vocês não vão perguntar nada?”. Segundo a colunista, o ministro recebe como resposta “sorrisos amarelos”.

Mensalão do DEM

Outro esquema de corrupção que ganhou a alcunha “mensalão” foi o que envolveu a cúpula do governo de José Roberto Arruda no Distrito Federal, entre 2007 e 2010. O mensalão do DEM do DF, como ficou conhecido, veio a público no final de 2009 por meio da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal (PF), tendo como base depoimentos do então secretário de Relações Institucionais do Governo, Durval Barbosa, que aceitou colaborar com a PF em troca de redução da pena em caso de condenação.
Apesar de ser chamado de mensalão do DEM, envolveu políticos de outros partidos. Entre os supostos envolvidos destacavam-se: o então governador do DF, José Roberto Arruda; o seu vice, o empresário Paulo Octávio; o então presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente; o deputado distrital Júnior Brunelli (PSC); o então deputado federal Augusto Carvalho (PPS); e a então líder do governo na Câmara Legislativa na época, Eurides Brito (PMDB).
Quase três anos após a operação Caixa de Pandora, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ofereceu denúncia ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra 37 acusados (veja a lista completa de acusados aqui). Os crimes pelos quais eles serão investigados são: corrupção – ativa e passiva –, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A denúncia será apreciada e julgada pelo STJ porque um dos envolvidos é conselheiro de tribunal de contas e tem direito àquele foro privilegiado.

domingo, 14 de outubro de 2012

Eduardo Galeano: Outro mundo é possível!


RS: líderes querem PT radical, renovado e de volta às origens

ALÉM DISSO, DEVEMOS DEPURAR!

O PT gaúcho, cuja principal figura é hoje o governador Tarso Genro, busca uma reformulação após a expressiva derrota na prefeitura de Porto Alegre. Foto: Neco Varella/Agência Free Lancer/Especial para Terra O PT gaúcho, cuja principal figura é hoje o governador Tarso Genro, busca uma reformulação após a expressiva derrota na prefeitura de Porto Alegre
Mauricio Tonetto
Direto de Porto Alegre
Eles fizeram história ao comandar Porto Alegre por 16 anos consecutivos (1989 a 2004) e ajudaram a consolidar o PT no País, deixando legados como o Orçamento Participativo e o Fórum Social Mundial. Porém, após a retumbante derrota de Adão Villaverde na disputa pela prefeitura neste ano, obtendo apenas 76.548 votos (9,6%) - o pior índice da história da sigla no Estado -, os ex-prefeitos Raul Pont, João Verle, Tarso Genro e Olívio Dutra pregam a autocrítica e o retorno às raízes para recuperar o prestígio na cidade. Criticando os próprios correligionários que negam o mensalão, eles cobram mudanças e o fim da acomodação para voltar à vitrine.
Porto Alegre: PT promete autocrítica após pior derrota da história
RS: em 3º, Villa diz que é preciso entender motivo da derrota
Confira quanto ganham os prefeitos e vereadores nas capitais brasileiras

"A nossa linha sucessória, que vinha se dando ao natural, pela continuidade do projeto coletivo, passou a ser ideia de alguém, de pessoas e quadros, contaminando também a militância", avaliou Olívio Dutra, prefeito de 1989 a 1992 e governador do Estado de 1999 a 2002. Segundo ele, o PT precisa se repensar agora para não ser "engolido pela máquina pública e partidária".
"O PT não nasceu de gabinetes, mas hoje há quadros cuja profissão é pular de eleição em eleição para se manter na burocracia. Assim, começamos a ficar como a velha política tradicional. Na base do partido existe muita insatisfação com essa acomodação. Precisamos discutir os reflexos de estarmos sendo, de forma acelerada, engolidos pela máquina pública e partidária. Não podemos ser o partido da acomodação, mas da transformação", disse.
Entre as razões para o fracasso na capital gaúcha, as lideranças petistas apontam inércia, desunião com a esquerda, disputa interna por espaços, falta de novas lideranças afirmadas, esgotamento da agenda e distanciamento das raízes populares e de atuação social. De acordo com eles, o prefeito José Fortunati (PDT) - filiado ao PT de 1980 a 2002 - se aproveitou disso para fazer 517.969 votos (65,22%), elegendo-se tranquilamente no primeiro turno.
"Esgotamos a agenda. As três grandes novidades implantadas aqui - participação popular, inversão das prioridades e cidade global - foram assimiladas e defendidas por outros partidos. Como o PT não inovou e não renovou, a tendência do eleitorado é votar num candidato que está mais próximo à realidade política, normalmente o próprio prefeito. O PT tem que refundar a sua agenda e reestruturar sua visão de cidade", opinou o governador Tarso Genro, que foi prefeito de 1993 a 1997 e de 2001 a 2002.
Críticas ao mensalão
Ao contrário de figuras marcantes do PT nacional, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que negam a existência do mensalão, os ex-prefeitos gaúchos têm posição firme e se posicionam publicamente contra o esquema criminoso de compra de apoio político, julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo eles, a campanha de Porto Alegre foi prejudicada pelo escândalo. Entre os condenados pelo STF estão o ex-presidente nacional do PT José Genoíno e o ex-ministro José Dirceu, principal apoiador de Lula no primeiro mandato.

"Uma das nossas características era a ética e o combate à corrupção. Os fatos recentes levaram todos a dizer que o PT é igual a todos. Isso afetou bastante o prestígio e o apoio que tínhamos aqui, influenciou bastante", entende João Verle, prefeito de 2002 a 2004.
"O Lula tem dito 'o povo não se importa' e eu acho isso um erro. Depois de umas pessoas importantes terem negado a existência do mensalão, o PT no Sul teve uma postura diferente. Porém, não podemos ficar nos insurgindo contra o governo federal e também sofremos com isso. O povo, que olhava o PT com simpatia, passou a ter desconfiança. Isso é um patrimônio que precisa ser resgatado", corroborou Olívio Dutra.
Inércia e radicalização
Prefeito eleito em 1996, Raul Pont, atualmente deputado estadual e presidente da sigla no Rio Grande do Sul, também sinaliza como problemas deste pleito a inércia e a falta de consenso em torno de um nome que atraísse um grande número de votos. Ele retirou a sua pré-candidatura no final de 2011 para evitar um racha.

"Nós insistimos que, pela dificuldade que teríamos na disputa, era importante um nome de muita densidade eleitoral. Mas o partido não construiu esse consenso e agora terá que se debruçar sobre isso. A opção dos eleitores por Fortunati foi dada por uma inércia e pelo desconhecimento da nossa candidatura, pagamos um alto preço", afirmou.
Para Olívio Dutra, "o PT está longe de ter esgotado o seu projeto", mas precisa voltar a se radicalizar: "Nós fomos reduzindo a nossa radicalidade e nossas bandeiras foram sumindo. Defendemos coisas permanentes, como radicalizar a democracia e ir além do bom discurso. Democracia deve ser vivida no plano econômico, social, político e cultural. Temos de questionar as coisas pela raiz."
A votação média da legenda nas últimas eleições municipais foi de 331.578 votos, quatro vezes maior que o desempenho deste ano. "Acho que houve um certo pecado da campanha em explicar qual era a nossa crítica e porque somos oposição ao governo. Não conseguimos ser mais esclarecedores", analisou Raul Pont.
Em 2008, o PT amargou a derrota de Maria do Rosário no segundo turno, com 327.799 votos, contra 470.696 de José Fogaça (PMDB), que protagonizou a primeira reeleição em Porto Alegre, com Fortunati como seu vice. Em 2004, no PPS, ele havia vencido Raul Pont no segundo turno, com 53,32% dos votos válidos, contra 46,68% do petista.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

José Genoino também é condenado pelo processo inquisitorial do STF

 Filha de José Genoino divulga carta em defesa do pai

Veja a íntegra da carta escrita por Miruna Genoino: 

“A coragem é o que dá sentido à liberdade.

Com essa frase, meu pai, José Genoino Neto, cearense, brasileiro, casado, pai de três filhos, avô de dois netos, explicou-me como estava se sentindo em relação à condenação que hoje, dia 9 de outubro, foi confirmada. Uma frase saída do livro que está lendo atualmente e que me levou por um caminho enorme de recordações e de perguntas que realmente não têm resposta.

Lembro-me que quando comecei a ser consciente daquilo que meus pais tinham feito e especialmente sofrido, ao enfrentar a ditadura militar, vinha-me uma pergunta à minha mente: será que se eu vivesse algo assim teria essa mesma coragem de colocar a luta política acima do conforto e do bem estar individual? Teria coragem de enfrentar dor e injustiça em nome da democracia?

Eu não tenho essa resposta, mas relembrar essas perguntas me fez pensar em muitas outras que talvez, em meio a toda essa balbúrdia, merecem ser consideradas…

Você seria perseverante o suficiente para andar todos os dias 14km pelo sertão do Ceará para poder frequentar uma escola? Teria a coragem suficiente de escrever aos seus pais uma carta de despedida e partir para a selva amazônica buscando construir uma forma de resistência a um regime militar? Conseguiria aguentar torturas frequentes e constantes, como pau de arara, queimaduras, choques e afogamentos, sem perder a cabeça e partir para a delação?

Encontraria forças para presenciar sua futura companheira de vida e de amor ser torturada na sua frente? E seria perseverante o suficiente ao esperar 5 anos dentro de uma prisão até que o regime político de seu país lhe desse a liberdade?

Você seria corajoso o suficiente para enfrentar eleições nacionais sem nenhuma condição financeira? E não se envergonharia de sacrificar as escassas economias familiares para poder adquirir um terno e assim ser possível exercer seu mandato de deputado federal? E teria coragem de ao longo de 20 anos na câmara dos deputados defender os homossexuais, o aborto e os menos favorecidos? E quando todos estivessem desejando estar ao seu lado, e sua posição fosse de destaque, teria a decência e a honra de nunca aceitar nada que não fosse o respeito e o diálogo aberto?

Meu pai teve coragem de fazer tudo isso e muito mais. São mais de 40 anos dedicados à luta política. Nunca, jamais para benefício pessoal. Hoje e sempre, empenhado em defender aquilo que acredita e que eu ouvi de sua boca pela primeira vez aos 8 anos de idade quando reclamava de sua ausência: ‘a única coisa que quero, Mimi, é melhorar a vida das pessoas…’

Este seu desejo, que tanto me fez e me faz sentir um enorme orgulho de ser filha de quem sou, não foi o suficiente para que meu pai pudesse ter sua trajetória defendida. Não foi o suficiente para que ganhasse o respeito dos meios de comunicação de nosso Brasil, meios esses que deveriam ser olhados através de outras tantas perguntas…

Você teria coragem de assumir como profissão a manipulação de informações e a especulação? Se sentiria feliz, praticamente em êxtase, em poder noticiar a tragédia de um político honrado? Acharia uma excelente ideia congregar 200 pessoas na porta de uma casa familiar em nome de causar um pânico na televisão? Teria coragem de mandar um fotógrafo às portas de um hospital no dia de um político realizar um procedimento cardíaco? Dedicaria suas energias a colocar-se em dia de eleição a falar, com a boca colada na orelha de uma pessoa, sobre o medo a uma prisão que essa mesma pessoa já vivenciou nos piores anos do Brasil?

Pois os meios de comunicação desse nosso País sim tiveram coragem de fazer isso tudo e muito mais.

Hoje, neste dia tão triste, pode parecer que ganharam, que seus objetivos foram alcançados. Mas ao encontrar-me com meu pai e sua disposição para lutar e se defender, vejo que apenas deram forças para que esse genuíno homem possa continuar sua história de garra, honestidade e defesa daquilo que sempre acreditou.

Nossa família entra agora em um período de incertezas. Não sabemos o que virá, e, para que seja possível aguentar o que vem pela frente, pedimos encarecidamente o seu apoio. Seja divulgando este e/ou outros textos que existem em apoio ao meu pai, seja ajudando no cuidado a duas crianças de 4 e 5 anos que idolatram o avô e que talvez tenham que ficar sem sua presença, seja simplesmente mandando uma palavra de carinho. Neste momento, qualquer atitude, qualquer pequeno gesto nos ajuda, nos fortalece e nos alimenta para ajudar meu pai.

Ele lutará até o fim pela defesa de sua inocência. Não ficará de braços cruzados aceitando aquilo que a mídia e alguns setores da política brasileira querem que todos acreditem e, marca de sua trajetória, está muito bem e muito firme neste propósito, o de defesa de sua inocência e de sua honestidade. Vocês que aqui nos lêem sabem de nossa vida, de nossos princípios e de nossos valores. E sabem que, agora, em um dos momentos mais difíceis de nossa vida, reconhecemos aqui humildemente a ajuda que precisamos de todos, para que possamos seguir em frente.

Com toda minha gratidão, amor e carinho,

Miruna Genoino
09/10/2012. ”




José Dirceu foi condenado sem provas

 

Nota Pública do Comandante Dirceu

      
"No dia 12 de outubro de 1968, durante a realização do XXX Congresso da UNE, em Ibiúna, fui preso, juntamente com centenas de estudantes que representavam todos os estados brasileiros naquele evento. Tomamos, naquele momento, lideranças e delegados, a decisão firme, caso a oportunidade se nos apresentasse, de não fugir.
       Em 1969 fui banido do país e tive a minha nacionalidade cassada, uma ignomínia do regime de exceção que se instalara cinco anos antes.
Voltei clandestinamente ao país, enfrentando o risco de ser assassinado, para lutar pela liberdade do povo brasileiro.
       Por 10 anos fui considerado, pelos que usurparam o poder legalmente constituído, um pária da sociedade, inimigo do Brasil.
Após a anistia, lutei, ao lado de tantos, pela conquista da democracia. Dediquei a minha vida ao PT e ao Brasil.
       Na madrugada de dezembro de 2005, a Câmara dos Deputados cassou o mandato que o povo de São Paulo generosamente me concedeu.
       A partir de então, em ação orquestrada e dirigida pelos que se opõem ao PT e seu governo, fui transformado em inimigo público numero 1 e, há sete anos, me acusam diariamente pela mídia, de corrupto e chefe de quadrilha. Fui prejulgado e linchado. Não tive, em meu benefício, a presunção de inocência.
       Hoje, a Suprema Corte do meu país, sob forte pressão da imprensa, me condena como corruptor, contrário ao que dizem os autos, que clamam por justiça e registram, para sempre, a ausência de provas e a minha inocência. O Estado de Direito Democrático e os princípios constitucionais não aceitam um juízo político e de exceção.
       Lutei pela democracia e fiz dela minha razão de viver. Vou acatar a decisão, mas não me calarei. Continuarei a lutar até provar minha inocência. Não abandonarei a luta. Não me deixarei abater.
       Minha sede de justiça, que não se confunde com o ódio, a vingança, a covardia moral e a hipocrisia que meus inimigos lançaram contra mim nestes últimos anos, será minha razão de viver.

Vinhedo, 09 de outubro de 2012

José Dirceu"

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

20 anos de casamento.



Sandra hoje é uma data especial!
Há vinte anos nos casávamos... era uma época especial...sonhávamos em constituir uma família e viver em paz.
Por ser inquieto e como um dos tantos que sonhavam em mudar o mundo, a tão sonhada paz, nunca veio!
Desculpe por esta parte, nesta realmente falhei!
Mas no demais foi maravilhosos ter estado junto de você nestes vinte anos de casado!
Passamos por poucas e b
oas, crescemos muito, e você me deu dois filhos e uma filha, todos maravilhosos, inteligentes, carinhosos, companheiros e cultuadores dos melhores valores da humanidade.

Estou feliz, porque, nosso exemplo, consolidou o ótimo caráter dos nossos filhos.
Amor, obrigado pela mãe e pai que muitas vezes teve de ser na minha ausência.
Obrigado por ter sido meu “porto seguro” durante as tempestades que enfrentei!
Na matemática da vida, deu tudo certo nestes anos juntos. Estou feliz!
Obrigado pela pessoa maravilhosa que tu és!
Fui abençoado por Deus, que colocou você na minha vida!
Te amo,
Bj,

sexta-feira, 27 de julho de 2012

CURSO DE DIREITO NA UNIPAMPA DE SÃO BORJA

De mãos dadas com o governo Federal fizemos muito mais por São Borja!
Quando, como vice-prefeito, recebi o encargo de ser Interlocutor Municipal para instalação da Universidade do Pampa, UNIPAMPA, em São Borja, na época do primeiro governo do companheiro Lula na Presidência da República, que tinha inicialmente Tarso Genro como Ministro da Educação, após substituído por Fernando Hadad,  acordei que São Borja teria vários cursos inclusive Direito.
Após este acordo, em 2005, em Brasília, definimos e saiu informativo do MEC,  assinado por pelo Presidente Lula e o ministro da educação Fernando Hadad definindo o curso de Direito para São Borja (foto abaixo).
Após esta articulação, em 2007, por orientação do governo federal buscamos apoio da OAB (documento abaixo) afirmando seu parecer favorável ao curso de Direito na nossa cidade.
As questões burocraticas e questões técnicas andaram passo-a-passo, tendo cada etapa superada, chegando ao projeto, que o grupo de trabalho composto pelo prof. Ronaldo Colvero e sua equipe consolidaram e foi aprovado na Universidade!
Ontem, recebi oficialmente informação que as instâncias competentes da UNIPAMPA aprovaram o inicio do curso a partir do segundo semestre de 2013.

terça-feira, 29 de maio de 2012

A Força da Imagem do PT

Fruto de anos de trabalho, dedicação e fidelidade ao Povo do Brasil!

A Força da Imagem do PT

Por Marcos Coimbra *
Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.
Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.
Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado.
Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.
Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.
O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão. Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz com que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele.
Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido; 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes.
A proeminência do PT é ainda mais acentuada quando se pede ao entrevistado que diga se “simpatiza”, “antipatiza” ou se não tem um ou outro sentimento em relação ao partido. Entre “muita” e “alguma simpatia”, temos 51%. Outros 37% se dizem indiferentes. Ficam 11%, que antipatizam “alguma” coisa ou “muito” com ele.
Essa simpatia está presente mesmo entre os que se identificam com os demais partidos. É simpática ao PT a metade dos que se sentem próximos ao PMDB, um terço dos que gostam do PSDB e metade dos que simpatizam com os outros.
Se o partido é visto com bons olhos por proporções tão amplas, não espanta que seja avaliado positivamente pela maioria em diversos quesitos: 74% do total de entrevistados o consideram um partido “moderno” (ante 14% que o acham “ultrapassado”); 70% entendem que “tem compromisso com os pobres”(ante 14% que dizem que não); 66% afirmam que “busca atender ao interesse da maioria da população” (ante 15% que não acreditam nisso). Até em uma dimensão particularmente complicada seu desempenho é positivo: 56% dos entrevistados acham que “cumpre o que promete” (enquanto 23% dizem que não). Níveis de confiança como esses não são comuns em nosso sistema político.
Ao comparar os resultados dessa pesquisa com outras, percebe-se que a imagem do PT apresenta uma leve tendência de melhora nos últimos anos. No mínimo, de estabilidade. Entre 2008 e 2012, por exemplo, a proporção dos que dizem que o partido tem atuação “positiva na política brasileira” foi de 57% a 66%.
A avaliação de sua contribuição para o crescimento do País também se mantém elevada: em 2008, 63% dos entrevistados estavam de acordo com a frase “O PT ajuda o Brasil a crescer”, proporção que foi a 72% neste ano.
O sucesso de Lula e o bom começo de Dilma Rousseff são uma parte importante da explicação para esses números. Mas não seria correto interpretá-los como fruto exclusivo da atuação de ambos.
Nas suas três décadas de existência, o PT desenvolveu algo que inexistia em nossa cultura política e se diferenciou dos demais partidos da atualidade: formou laços sólidos com uma ampla parcela do eleitorado. O petismo tornou-se um fenômeno de massa.
Há, é certo, quem não goste dele – os 11% que antipatizam, entre os quais os 5% que desgostam muito. Mas não mudam o quadro.
Ao se considerar tudo que aconteceu ao partido e ao se levar em conta o tratamento sistematicamente negativo que recebe da chamada “grande imprensa”- demonstrado em pesquisas acadêmicas realizadas por instituições respeitadas – é um saldo muito bom.
É com essa imagem e a forte aprovação de suas principais lideranças que o PT se prepara para enfrentar os difíceis dias em que o coro da indústria de comunicação usará o julgamento do mensalão para desgastá-lo.
Conseguirá?

* Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

quinta-feira, 24 de maio de 2012

REUNIÃO NA SECRETARIA DE SEGURANÇA E DETRAN/RS



Estive hoje na Secretaria de Segurança , em reunião com o Secretário Airton Mechels e o Chefe de Policia Del. Ranolfo Viveira e o Presidente do DETRAN Alessandro Barcellos.
Com o companheiro secretário Aitron e o Chefe de policia del. Ranolfo




Com o secretário tratei sobre a questão da finalização da obra do Quartel do Corpo de Bombeiros de São Borja, obra que deve ser finalizada pelo Estado e o processo esta em andamento.
Outro assunto na pauta, foi o programa Enafron para São Borja, onde a Polícia Civil receberá, junto com a Brigada Militar, mais de 1,3 milhões de reais.





 
                                                                          Com o Companheiro Alessandro Barcellos, Presidente do DETRAN/RS


Já no DETRAN, tratei com o Presidente Alessandro, sobre o programa “Balada Segura”, que deverá se estender por várias cidades., inclusive na fronteira do estado.






 Agradeci ao Secretário Airton, ao Chefe de Policia e ao Presidente Alessandro, pela atenção que sempre recebi, quando da minha função no “Conselhão do Governador”. Com certeza, estes colegas de governo, pautaram suas ações dentro da ética, lisura pública e compromisso com o Povo do Rio Grande.