quarta-feira, 12 de abril de 2017

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Esquadrilha da Fumaça em São Borja

“Há oito meses o vereador Renê Ribeiro, começou a trabalhar visando uma apresentação da ESQUADRILHA DA FUMAÇA NA CIDADE.
Manteve contatos com várias autoridades em Brasília, e por orientação destas autoridades constituiu um comitê, composto por todos os principais segmentos quem têm relação com a apresentação.
Depois de um intenso trabalho do vereador, com a participação decisiva dos deputados Petistas Ary Vanazzi e Lidberg Farias, este último deputado federal pelo Rio de Janeiro, o comando da Força Aérea acertou com o vereador petista a apresentação da Esquadrilha, no dia 28 de novembro de 2003, uma sexta-feira.
A esquadrilha será composta por oito aviões e virá ao Rio Grande do Sul especialmente para a apresentação única em São Borja.
A data e o horário foram acertados no final da semana passada pelo vereador Renê Ribeiro e o Comando da Força Aérea.
A show Aéreo será no final da tarde do dia 28 de novembro, e o vereador Renê propôs dois locais para concentrar o público, no cais do Porto ou o aeroporto local.
A definição do local depende de detalhes técnicos aeronáuticos, os quais o vereador Renê,  que é piloto de aviação, está providenciando.
Então a comunidade de São Borja pode se preparar para assistir no final do mês que vem, um dos melhores shows aéreos do mundo: A apresentação da ESQUADRILHA DA FUMAÇA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA.” (Matéria jornalística da época)



Oficio que enviei para formalizar as tratativas




sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Unipampa-São Borja- Primeiro passo concreto

Há 10 anos, o primeiro passo para construção dos prédios da Unipampa-São Borja


sábado, 12 de novembro de 2016

Banhado de São Donato: caminhando para seu fim!

Há quinze ou vinte anos atrás, nos finais de semana eu participava de um grupo de abnegados que com pás, picos e enxadas íamos ao banhado do São Donato para “arrobar” as “taipas” e represas que os fazendeiros e outros invasores faziam para drenar o banhado e depois colocarem gado ou lavouras.
Depois de muita luta foi criado a reserva ambiental do banhado de São Donato http://www.wittler.com.br/engenharia/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=705273 , portanto, de propriedade de cada um e de todos nós.
Neste banhado, que quando o rio Uruguai “enche” os peixes se reproduzem. O  rio baixa e os alevinos ficam no banhado crescendo e protegidos. Na próxima enchente o banhado alaga e os novos alevinos já crescidos e com capacidade de sobrevivência são levados pela água repovoando o rio. Além disso esta reserva é um regulador das chuvas na região.
Ontem passei no banhado e triste vi ele abandonado e povoado de gado.

Como as autoridades não estão preocupados com essa invasão,  sugiro que cidadãos das comunidades, pescadores ou outros, na defesa da integridade do banhado, abatam e consuma a carne daqueles animais que estão ilegalmente depredando o que é nosso e destruindo patrimônio fundamental para o futuro do Uruguai e de toda a região.

sábado, 13 de agosto de 2016

Mensagem de repúdio que enviei a Carmen Lúcia, nova Presidente do STF

"Por favor, envie a Presidenta Carmen Lúcia... isso externa minha indignação com a "tripudiação" a uma presidenta covardemente atacada de todos os lados!"


Central do Cidadão STF
“Prezado (a) Senhor (a) RENE RIBEIRO,
Sua Mensagem foi recebida pela Central do Cidadão e registrada sob o nº: 358865.
Mensagem:
Por favor, envie a Presidenta Carmen Lúcia... isso externa minha indignação com a tripudiação a uma presidenta covardemente atacada de todos os lados!

 “A grosseria gratuita de Carmen Lúcia. Por Paulo Nogueira

O que levou a ministra Carmen Lúcia a ser tão deselegante, tão impiedosa e tão maldosa exatamente no dia em que foi eleita para suceder Lewandowski no comando do STF? A única resposta que me ocorre é uma combinação letal de ódio no coração com ignorância presunçosa. Dizer que quer ser tratada como “presidente”, tudo bem. Mas afirmar que quer isso por ser “amante da língua portuguesa” é ao mesmo tempo uma crueldade com Dilma e um disparate linguístico. Presidenta é uma forma absolutamente correta. Ao contrário de Carmen Lúcia, o português é uma língua generosa: em várias situações, admite mais de uma escolha. Dilma optou por presidenta para reforçar o ineditismo de ser a primeira mulher a ocupar o Planalto. A mídia jamais a tratou como ela desejava não por amor ao português castiço ou coisa do gênero. Foi uma decisão meramente política. A Veja tratou Isabelita Peron como presidenta da Argentina nos anos 1970, para ficar num caso. Presidenta figura no Aurélio desde a edição inicial, em 1975. No âmbito da Academia Brasileira de Letras, o imortal Merval Pereira não usa presidenta, mas o imortal Machado de Assis usou em Memórias Póstumas de Brás Cubas. Chega? Isabelita era presidenta da Argentina para a Veja Isabelita era presidenta da Argentina para a Veja Negar a Dilma o título escolhido por ela fez parte do jornalismo de guerra que as grandes companhias de mídia adotaram contra ela desde o primeiro dia de seu primeiro mandato. Dilma teve 54 milhões de votos. Carmen Lúcia teve um: o de Lula, que a levou ao STF em mais uma de suas escolhas desastradas. Mesmo assim, Carmen Lúcia se acha no direito de sapatear em cima de Dilma. E exatamente quando Dilma enfrenta um drama épico, seu afastamento por um crime que não cometeu. As mulheres de hoje têm uma palavra para expressar a fraternidade feminina: sororidade. O que Carmen Lúcia fez é o exato oposto de sororidade. Se não bastasse tudo, o comentário infeliz vem num momento em que uma parcela expressiva dos brasileiros nutrem total desconfiança em relação à lisura da Justiça e, especificamente, do STF. A mesquinharia gratuita de Carmen Lúcia apenas vai reforçar essa desconfiança. Numa tirada antológica, Sêneca escreveu que ao se lembrar de certas coisas que dissera invejava os mudos. A nova presidente — chamemo-la como quer — do STF poderia refletir sobre a frase de Sêneca. Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui. Clique aqui e assine nosso canal no youtube http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-grosseria-gratuita-de-carmen-lucia-por-paulo-nogueira/

Responderemos em breve.
Atenciosamente,
Supremo Tribunal Federal
Edifício Anexo II, Térreo, Sala C 011 
Brasilia (DF) - CEP: 70175-900”

quarta-feira, 20 de julho de 2016

E o que falar dos educador@s? Qual é a lógica?

Perplexo com a notícia do pagamento de auxílio educação de 900 reais , aos filhos de juízes no Rio (que assim como todo os magistrados do Brasil, já recebem auxílio moradia de 4.500 de auxílio) resolvi escrever este texto, para esvaziar meu saco e não me envenenar com a indignação.
Passei a via toda ouvido a justificativa de que juízes,  policiais, auditores, fiscais, militares, pregoeiros, políticos e outros funcionários públicos, deveriam receber um grande salário para executarem suas funções sem que fossem subornados ou cooptados pela corrupção. 
O senso geral condicionava isso, como pressuposto da blindagem ao caráter e a ética de tais servidores. 
E o que falar dos educador@s? Qual é  a lógica? 
Nunca vi educador algum condicionando o ato de educar ao recebimento de auxílio moradia ou educação, adicional noturno, jeton ou outro penduricalho que elevasse seu salário de 1.500 mensais à 20, 40 50 ou mais mil mensais.
Nunca vi educad@r envolvido em corrupção, preso ou processado, mesmo recebendo pouco mais de 1.500 mensais, cheio de descontos no banco e na folha devido a adiantamentos financeiros necessários para somente sobreviver.
Vale lembrar que são estes os profissionais responsáveis por formar a base de todos os demais profissionais.
É esta ética, esta razão de ser educard@r, este valor pessoal é que reverencio e me apaixona. Fazem o que tem de ser feito, com dignidade, honestidade, profissionalismo e amor mesmo vivendo diariamente a falta de respeito e reconhecimento financeiro de quem manda!
Os educador@s, são efetivamente os heróis anônimos e prova cabal que ainda há jeito e chance de um futuro digno para nosso país.
Gravem isso:  daqui 50 anos, aqueles que lerem este texto, comparando estes dados e valores, confirmarão que, estes hoje desrespeitados, sem reconhecimentos, relegados e desvalorizados serão os que salvarão o futuro. É deles o genes da dignidade, ética e responsabilidade profissional e social que contaminará as futuras gerações.

Mas, enquanto isso, os magistrados, auditores, pregoeiros, militares, policiais, médicos e uma penca grande de profissionais que servem a população.....

domingo, 17 de julho de 2016

NA DEFESA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA

O procurador do MPF Ivan Cláudio Marx, simplesmente, sepultou a tese de crime de responsabilidade, origem do pedido de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Assim como descaracterizou as decisões do TCU (Tribunal de Contas da União) que, desde abril de 2015, apontavam como crime esses procedimentos do governo. Importante lembrar que o MPF já tinha arquivado, um procedimento específico sobre o BNDES, com o mesmo entendimento de agora, de que os atrasos de pagamentos são "inadimplemento contratual", ou seja, o governo não fez os pagamentos nas datas pactuadas, descumprindo os prazos com os bancos. 
Se não há crime, não deverá haver sanção. Se houver sanção sem crime, neste caso é golpe.
O Senado e seus membros têm chance e o dever de defender a democracia brasileira entrando para a história de forma positiva.
Há dias atrás, esta mesma democracia foi ameaçada na Turquia, o povo de pronto foi às ruas defendê-la contra os golpistas armados.
No Brasil, se houver a consolidação do golpe, milhares de brasileiros não aceitarão pacificamente ver nossa democracia violada, e o sangue dos que tombarem, sujarão as mãos dos senadores e senadores que entrarão no rol da história como infames golpistas, covardes e responsáveis por estas mortes.
Desta forma, na defesa da democracia e da vida de milhares de brasileiros, as senhoras e senhores senadores devem defender a CF,  acabar com a farsa do "impeachment",  impedir o golpe e restituir o pleno mandato à presidenta democraticamente eleita pelo voto livre.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

"Sistema punitivo brasileiro não funciona para os ricos", diz Barroso, Ministro do STF

30/06/2016 09h00 - Atualizado em 30/06/2016 09h38

Em entrevista exclusiva a Roberto D’Avila, ministro do STF comenta o papel da Lava-Jato no imaginário brasileiro e diz que o país precisa de um sistema penal que valha para todos.

Em entrevista a Roberto D’Avila, com exclusividade para a GloboNews, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso deixa claro que o sistema penal brasileiro está longe de ser satisfatório. "O sistema punitivo brasileiro não funciona como prevenção geral para os ricos. Consequentemente, nós criamos uma sociedade cheia de ricos delinquentes, que sonegam, fraudam licitação, subornam, fazem lavagem de dinheiro. Portanto, nós precisávamos criar um sistema penal que valesse para todo mundo", afirma ele.
Em relação à Operação Lava-Jato, Barroso considera a ação da Polícia Federal e do Ministério Público importante para a prevenção de futuros crimes. "Quem ia doar para o caixa 2 vai pensar duas vezes. A melhor coisa que os rapazes de Curitiba fizeram foi oferecer um bom exemplo. Uniram-se membros do Ministério Público, Polícia Federal e a magistratura em um pacto de seriedade, de qualidade técnica, de trabalho de patriotismo, para ajudar a enfrentar um problema brasileiro, que é a corrupção. Acho que mudamos o paradigma ético no Brasil, mudamos a ética pública e agora precisamos mudar a ética privada", ressalta o ministro.
Barroso se mostrou ainda contra o foro privilegiado: "Sou contra. Precisa acabar. Precisa ser drasticamente restringido para os chefes de poder, talvez para os ministros do Supremo - não em causa própria - mas por uma questão mínima de hierarquia e proteção institucional. Porém, sou contra o foro por prerrogativa. Sou a favor de se criar uma vara federal especializada em Brasília com um juiz escolhido pelo Supremo com um mandato de quatro anos, ao final dos quais ele é promovido para seu tribunal. O foro por prerrogativa (privilegiado) é antirepublicano, faz mal para o Supremo e gera impunidade", defende Barroso.
Embora faça críticas ao presente, Luís Roberto Barroso tem uma visão otimista ao falar do futuro. "Talvez a gente não esteja em um momento de celebração. Mas acho que nós estamos fazendo uma revolução profunda e silenciosa no Brasil. E as mudanças que estão sendo feitas não vão se refletir no PIB do ano que vem, mas vão se refletir a longo prazo na vida dos nossos filhos", acredita ele.
Entre seus colegas, Barroso é avaliado como o maior advogado constitucionalista do Brasil. Aos 55 anos, ele foi escolhido pela presidente afastada Dilma Rousseff para ocupar a vaga de Ayres Britto no Supremo. Nascido em Vassouras, casado e pai de dois filhos, Barroso dividiu a carreira entre os escritórios do Rio de Janeiro e Brasília e a banca de Direito Público da UERJ.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Decisão de não concorrer

Aos amig@s,
Não serei candidato e não irei concorrer a cargo público algum na eleição que se a avizinha em São Borja.
Com esta atitude atendo, além da minha, a vontade da minha família (que muito sofreu por conta da prática politica local).
Importante ressaltar, que quando estive na vida pública, fiz o que tinha de ser feito, da melhor forma possível.
Particularmente eu continuo decepcionado com as derrotas que sofri, onde a maioria dos eleitores optaram pelo caminho mais fácil, votando para manter e conservar a tradicional politica local. Decepcionado por não haver uma reforma politica no país que mudaria a prática na politica, faria uma limpeza de políticos oportunistas e bandidos e impediria o que esta havendo, onde uma presidenta honesta e eleita democraticamente esta sendo caçada por uma quadrilha...
Sei que desaponto muita gente, eleitor@s amig@s que esperavam estar eu na disputa. A estes agradeço com carinho e respeito.

Espero que em futuro não muito distante, a cultura politicas da maioria da população de São Borja mude, que haja uma reforma politica, e assim me sinta estimulado a voltar à vida pública.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Governo Temer: 'Medalha de ouro para corrupção': 'Imunidade parlamentar é injustificável', diz 'NY Times'

"As nomeações reforçaram as suspeitas de que o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff no mês passado, por acusações de maquiar ilegalmente as contas do governo, teve uma segunda intenção: afastar a investigação (de corrupção)",

Jornal questiona firmeza do compromisso de Temer com combate à corrupção Presidente interino, Michel Temer: Jornal questiona firmeza do compromisso de Temer com combate à corrupção© Fornecido por BBC Jornal questiona firmeza do compromisso de Temer com combate à corrupção
Um editorial publicado pelo jornal americano The New York Times nesta segunda-feira questiona a firmeza do compromisso do presidente interino, Michel Temer, com o combate à corrupção.
No texto, intitulado "A Medalha de Ouro do Brasil para Corrupção" (em tradução livre), o jornal pede ainda que o novo chefe do governo se posicione contra o fim da imunidade parlamentar para ministros e congressistas acusados de corrupção.
O artigo começa fazendo referência à ficha suja de ministros do governo - entre os quais, sete são investigados por corrupção.
"As nomeações reforçaram as suspeitas de que o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff no mês passado, por acusações de maquiar ilegalmente as contas do governo, teve uma segunda intenção: afastar a investigação (de corrupção)", escreve o jornal.
Depois, o texto lembra as renúncias do ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá, e posteriormente do ex-ministro da Transparência, Fabiano Silveira, que indicaram em conversa telefônica estar tramando para atravancar o avanço da Operação Lava Jato.
"Isto forçou Temer a prometer, na semana passada, que o Executivo não interferirá nas investigações na Petrobras, nas quais estão envolvidos mais de 40 políticos. Considerando os homens de quem Temer se cercou, a promessa soa oca", julga o editorial.
A única forma de "ganhar a confiança dos brasileiros" é "tomar medidas concretas" contra a corrupção, argumenta o NYT. Uma delas, afirma, é abolir a imunidade parlamentar para políticos acusados de atos de corrupção.
"Esta proteção injustificável claramente permitiu uma cultura de corrupção e impunidade institucionalizadas", diz o editorial.
"Não está claro quanto Temer pretende avançar no combate à corrupção. Se estiver realmente comprometido, e quiser enterrar as suspeitas sobre a motivação para remover (Dilma) Rousseff, faria bem em defender o fim da imunidade parlamentar para congressistas e ministros em casos de corrupção."