quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Como se diz aqui no Sul: TÁ MORTO E MORTO NÃO FALA!

CNT/Sensus aponta Dilma com 51,9%, contra 36,7% de Serra

 

Publicada em 27/10/2010 às 12h21m
Uma nova pesquisa do instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e divulgada nesta quarta-feira aponta a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 51,9% das intenções de voto no segundo turno, contra 36,7% de José Serra (PSDB).
Os brancos e nulos somaram 4,7%, enquanto os indecisos ficaram em 6,8%. Na análise dos votos válidos, Dilma fica com 58,6%, contra 41,4% de Serra. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa anterior, divulgada no último dia 14, apontava um empate técnico entre os dois candidatos: a petista apresentava 46,8%, contra 42,7% do tucano. Brancos e nulos totalizavam 4%, enquanto os indecisos eram 6,6%.
Considerando os votos válidos, Dilma tinha 52,3% no levantamento anterior, contra 47,7% de Serra.
O instituto Sensus entrevistou 2 mil eleitores entre os dias 23 e 25 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 37609/2010.
Nessa terça-feira, o Datafolha também divulgou uma pesquisa de intenção de voto. Segundo o instituto, Dilma tem 56% dos votos válidos, contra 44% do tucano.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Dilma-PT consolida a vitória

Governo do Serra - PSDB em São Paulo faz licitação direcionada de 4 BILHÕES


A turma tucana do Serra FRAUDARAM LICITAÇÃO no valor de 4 BILHÕES EM SP

É  ESTA QUADRILHA QUE QUER GOVERNAR O BRASIL!!!


O Partido da Imprensa Golpista (PIG) agora tem uma Crise!!!!

VEJA A REPORTAGEM DA FOLHA.COM

26/10/2010 - 03h00

Resultado de licitação do metrô de São Paulo já era conhecido seis meses antes


RICARDO FELTRIN

DE SÃO PAULO
Folha soube seis meses antes da divulgação do resultado quem seriam os vencedores da licitação para concorrência dos lotes de 3 a 8 da linha 5 (Lilás) do metrô.
O resultado só foi divulgado na última quinta-feira, mas o jornal já havia registrado o nome dos ganhadores em vídeo e em cartório nos dias 20 e 23 de abril deste ano, respectivamente.
A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) --ele deixou o cargo no início de abril deste ano para disputar a Presidência da República. Em seu lugar ficou seu vice, o tucano Alberto Goldman.
O resultado da licitação foi conhecido previamente pela Folha apesar de o Metrô ter suspendido o processo em abril e mandado todas as empresas refazerem suas propostas. A suspensão do processo licitatório ocorreu três dias depois do registro dos vencedores em cartório.
O Metrô, estatal do governo paulista, afirma que vai investigar o caso. Os consórcios também negam irregularidades ou "acertos".
O valor dos lotes de 2 a 8 passa de R$ 4 bilhões. A linha 5 do metrô irá do Largo 13 à Chácara Klabin, num total de 20 km de trilhos, e será conectada com as linhas 1 (Azul) e 2 (Verde), além do corredor São Paulo-Diadema da EMTU.
VÍDEO E CARTÓRIO
Folha obteve os resultados da licitação no dia 20 de abril, quando gravou um vídeo anunciando o nome dos vencedores. 

Folha obteve os resultados da licitação no dia 20 de abril, quando gravou um vídeo anunciando o nome dos vencedores.
Três dias depois, em 23 de abril, a reportagem também registrou no 2º Cartório de Notas, em SP, o nome dos consórcios que venceriam o restante da licitação e com qual lote cada um ficaria.
O documento em cartório informa o nome das vencedoras dos lotes 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Também acabou por acertar o nome do vencedor do lote 2, o consórcio Galvão/ Serveng, cuja proposta acabaria sendo rejeitada em 26 abril. A seguir, o Metrô decidiu que não só a Galvão/Serveng, mas todas as empresas (17 consórcios) que estavam na concorrência deveriam refazer suas propostas.
A justificativa do Metrô para a medida, publicada em seu site oficial, informava que a rejeição se devia à necessidade de "reformulação dos preços dentro das condições originais de licitação".
Em maio e junho as empreiteiras prepararam novas propostas para a licitação. Elas foram novamente entregues em julho.
No dia 24 de agosto, a direção do Metrô publicou no "Diário Oficial" um novo edital anunciando o nome das empreiteiras qualificadas a concorrer às obras, tendo discriminado quais poderiam concorrer a quais lotes.
Na quarta-feira passada, dia 20, Goldman assinou, em cerimônia oficial, a continuidade das obras da linha 5. O nome das vencedoras foi divulgado pelo Metrô na última quinta-feira. Eram exatamente os mesmos antecipados pela reportagem.
OBRA DE R$ 4 BI
Os sete lotes da linha 5-Lilás custarão ao Estado, no total, R$ 4,04 bilhões. As linhas 3 e 7 consumirão a maior parte desse valor.
Pelo edital, apenas as chamadas "quatro grandes" Camargo Corrêa/Andrade Gutierrez e Metropolitano (Odebrecht/ OAS/Queiroz Galvão) estavam habilitadas a concorrer a esses dois lotes, porque somente elas possuem um equipamento específico e necessário (shield). Esses dois lotes somados consumirão um total de R$ 2,28 bilhões.
OUTRO LADO
Em nota, o Metrô de São Paulo informou que vai investigar as informações publicadas hoje na Folha.
A companhia disse ainda que vai investigar todo o processo de licitação.
"É reconhecida a postura idônea que o Metrô adota em processos licitatórios, além da grande expertise na elaboração e condução desses tipos de processo. A responsabilidade do Metrô, enquanto empresa pública, é garantir o menor preço e a qualidade técnica exigida pela complexidade da obra."
Ainda de acordo com a estatal, para participação de suas licitações, as empresas precisam "atender aos rígidos requisitos técnicos e de qualidade" impostos por ela.
No caso da classificação das empresas nos lotes 3 e 7, era necessário o uso "Shield, recurso e qualificação que poucas empresas no país têm". "Os vencedores dos lotes foram conhecidos somente quando as propostas foram abertas em sessão pública. Licitações desse porte tradicionalmente acirram a competitividade entre as empresas", diz trecho da nota.
O Metrô afirmou ainda que, "coerente com sua postura transparente e com a segurança de ter conduzido um processo licitatório de maneira correta, informou todos os vencedores dos lotes e os respectivos valores".
Disse seguir "fielmente a lei 8.666" e que "os vencedores dos lotes foram anunciados na sessão pública de abertura de propostas". "Esse procedimento dispensa, conforme consta da lei, a publicação no 'Diário Oficial'".
Todos os consórcios foram procurados, mas só dois deles responderam ao jornal.
O Consórcio Andrade Gutierrez/Camargo Corrêa, vencedor da disputa para construção do lote 3, diz que "tomou conhecimento do resultado da licitação em 24 de setembro de 2010, quando os ganhadores foram divulgados em sessão pública".
O consórcio Odebrecht/ OAS/Queiroz Galvão, vencedor do lote 7, disse que, dessa licitação, "só dois trechos poderiam ser executados com a máquina conhecida como 'tatu' e apenas dois consórcios estavam qualificados para usar o equipamento".
"Uma vez que nenhum consórcio poderia conquistar mais que um lote, a probabilidade de cada consórcio ficar responsável por um dos lotes era grande", diz.
O consórcio Odebrecht/ OAS/Queiroz Galvão diz ter concentrado seu foco no lote 7 para aproveitar "o equipamento da Linha 4, reduzindo o investimento inicial".

Editoria de Arte/Folhapress




segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Governo de FHC, Serra e seus apoiadores, era assim....

Alguém quer voltar a isso?
                                                                              Capa da Revista Veja de 06.06.2001

domingo, 24 de outubro de 2010

Serra já privatizou, e se "fosse' eleito, voltaria a privatizar

"Cachorro que come ovelha, só que mate!" 
Neste caso vamos matá-los democraticamente, através do voto!

Serra subscreveu o decreto abaixo, que deixa claro e sem dúvida alguma, sua inclinação perene para a privatização

DECRETO Nº 1.481, DE 3 DE MAIO DE 1995.
 Inclui empresas no Programa Nacional de Desestatização PND.

   O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o
art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na
Lei nº 8.031, de 12 de abril de 1990,
   DECRETA:
   Art. 1º Ficam incluídas no Programa Nacional de Desestatização
(PND), para os fins da Lei nº 8.031, de 12 de abril de 1990, as
empresas:
   I - Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ELETROBRÁS;
   II - Furnas - Centrais Elétricas S.A.;
   III - Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. ELETRONORTE;
   IV - Centrais Elétricas do Sul do Brasil S.A. ELETROSUL;
   V - Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF.
   Art. 2º As ações representativas das participações acionárias da
União e das entidades da Administração Pública Federal indireta nas
sociedades referidas no artigo anterior deverão ser depositadas no
Fundo Nacional de Desenvolvimento - PND, no prazo máximo de cinco
dias, contados da data de publicação deste decreto.
   Art. 3º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
   Brasília, 3 de maio de 1995; 174º da Independência e 107º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Raimundo Brito
 
José Serra

Paulo Preto, homem de Confiança de Serra, já foi preso junto com jóia roubada

Paulo Preto levava R$ 11,2 mil na roupa ao ser preso

Reprodução/Revista Época
Trecho do Boletim de Ocorrência lavrado por acasião da prisão de Paulo Preto 

Paulo Viera de Souza, o Paulo Preto, é um engenheiro de hábitos faustosos. Em junho, cometeu uma extravagância que lhe rendeu quase 48 horas de cadeia.

O documento acima (Boletim de Ocorrência número 3.264/2010) contém os detalhes da desventura do ex-diretor da Dersa, a estatal rodoviária de São Paulo.

Deve-se ao repórter Walter Nunes, de ‘Época’, a exposição da cópia. Obteve-a no 15º Distrito Policial de São Paulo.

Foi numa cela desse distrito que se hospedou Paulo Preto, a contragosto, entre a noite do dia 12 e a tarde do dia 14 de junho.

Ao ser detido, Paulo Preto levava consigo R$ 11.242. Dinheiro vivo. Abaixo, um resumo do que sucedeu:


1. No dia 12 de junho, Paulo Preto foi ao meio-fio decidido a adquirir uma joia. Um presente para a mulher, pela passagem do Dia dos Namorados.

2. Dirigindo seu automóvel, uma BMW Z4 preta (coisa de R$ 130 mil), Paulo Preto foi à presença do comerciante Musab Asmi Fatayer.

3. Encantou-se por um bracelete salpicado de brilhantes. Dispôs-se a pagar R$ 20 mil pelo mimo. Antes, exigiu a avaliação de um especialista.

4. Junto com Musab, o mercador de joias, Paulo Preto foi ao Shopping Iguatemi, um dos endereços mais chiques da capital paulista.

5. A dupla se dirigiu a uma loja da joalheria Gucci. Exibiram o bracelete, para que fosse aferida a autentidade dos brilhantes e estimado o preço.

6. Súbito, deu-se o inesperado. Os funcionários da joalheria constataram que a joia pertencia à Gucci. Fora furtada da loja no mês anterior.

7. Acionada, a polícia deu voz de prisão ao ex-diretor da Dersa e ao comerciante. Prisão em flagrante.

8. No instante em que foi em cana, Paulo Preto carregava R$ 11.242. Nos bolsos do casaco, R$ R$ 8.500. Nos da calça, R$ 2.742. Musad portava R$ 1.614.

9. Levados à presença da delegada Nilze Baptista Scapulatiello, os presos foram inquiridos.

10. Conta o boletim de Ocorrência que Paulo Preto disse que “estava comprando o tal objeto [o bracelete] da pessoa de Musab por R$ 20 mil”.

11. Musab disse à delegada que comprara a joia. De quem? “De um desconhecido”. Desembolsara, segundo sua versão, “R$ 18 mil”.

12. Como desgraça é coisa que não chega só, chegou à delegacia, no instante em que Paulo Preto arrostava seu infortúnio, o deputado Celso Russomano (PP-SP).

13. Rival do tucanato e aliado da antagonista de José Serra, Dilma Rousseff, o deputado fora à DP para registrar um boletim de ocorrência.

14. Russomano desentendera-se com o segurança de um edifício, que tentara impedi-lo de estacionar o carro nas proximidades da garangem do prédio.

15. O aliado de Dilma pinta a cena que testemunhou com cores vivas: “Quando eu cheguei à delegacia, Paulo Preto tinha acabado de ser preso...”

“...A delegada estava sofrendo a maior pressão. Estava todo mundo ligando para ela: delegado, delegado seccional, delegado regional...”

“...O diretor do Decap [Departamento de Polícia Judiciária da Capital], delegado-geral de polícia, desembargador, todo mundo pedindo para soltar o cara”.

16. O deputado diz ter decidido fazer, ele próprio, pressão sobre a delegada. No seu caso, pressão para que Paulo Preto permanecesse no xilindró.

“Eu falei para ela: a senhora não pode fazer isso. Vai responder por crime de prevaricação. A senhora vai explicar o quê para os clientes?...”

“...Que ele está de boa-fé? Como ele está de boa-fé comprando uma joia furtada com dinheiro na meia, no casaco, na camisa?”

17. Nesse ponto, o relato de Russomano extrapola o boletim de ocorrência, que não fala em “dinheiro na meia” e “na camisa”.

18. Advogado de Paulo Preto, José Luiz de Oliveira Lima desdiz Russomano: “Não teve pressão nenhuma. Como advogado, argumentei com a delegada”.

Telefonema, diz o doutor, só de um desembargador, “primo do Paulo”, interessado em “saber o que estava acontecendo”. De resto, nada de numerário na meia.

19. Uma curiosidade: José Luiz, o advogado de Paulo Preto, é também defensor do grão-petista José Dirceu no processo do mensalão, que corre no STF.

20. Após usufurir das facilidades do 15º DP por um final de semana, Paulo Preto e Musab foram soltos na tarde do dia 14, uma segunda-feira. Liberou-os um juiz.

                                                                         Por blog uol

A parte 'Serra" do PMDB do Rio Grande do Sul continua o mesmo. Rigotto também: Traíndo sempre!

        Em São Borja a Presidente do PMDB nos afirmou que não participariam do nosso comitê pró-Dilma (já no primeiro turno) pois "eram Serra". Felizmente agora (após as pesquisas que nos dão mais de 10 pontos a frente) resolveram apoiar nossa candidata. Quem bom, antes tarde do que nunca!

  O líder maior do PMDB local, como já virou rotina, também foi injusto comigo DUAS VEZES,: a primeira quando, eu como vice-prefeito na época, fui procurado pelo assessor do dep. Ibsem Pinheiro, Tito Beccon. Este assessor pediu, em nome do deputado,  minha ajuda para trabalhar junto ao Planalto para liberar emendas do deputado para São Borja. Trabelhei muito e as emendas foram liberadas,  e utilizados para obras de calçamentos, asfaltos e saneamento nas ruas,  Gen. Vargas e Almirante Tamandaré. 

Após liberadas as emendas, nem o assessor Beccon nem o deputado se dignaram a um "muito obrigado". Aliás, de forma injusta utilizaram meu trabalho para beneficiar  o candidato Mariovane, meu adversário na eleição de 2008,  quando concorri a prefeito.

Agora Ibsen Pinheiro e os deputados Perondi e Terra são a "tropa de choque" pró-Serra, sendo a meu ver, esta a segunda injustiça de Ibsem Pinheiro com uma relação a qual achei ser respeitosa.

     Desta forma, a noticia abaixo não surpreende quem conhece  ala Serrista do PMDB, sua prática, postura e mutação para moldar-se a interesse de seus "capas":
 
        "Em Caxias do Sul, Lula demonstra frustração com o apoio de Rigotto a José Serra
         Presidente afirmou que esperava o voto do ex-governador no segundo turno. Mas como sempre no RS, salvam-se poucos...
        Em comício nesta noite em Caxias do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou-se frustrado com a decisão do ex-governador Germano Rigotto (PMDB) de apoiar o candidato tucano à Presidência José Serra no segundo turno.
        Ao lado da presidenciável petista Dilma Rousseff e do governador eleito Tarso Genro, Lula afirmou que esperava o apoio de Rigotto. Segundo o presidente, no fim do mandato de Rigotto à frente do Piratini, em 2006, o ex-governador pediu auxílio financeiro à União e obteve o empréstimo:
— Quando o Rigotto terminou o mandato e precisava deixar o governo, eu dei R$ 200 milhões para ele fechar as contas. 

          O presidente disse que, no governo, deixou "prevalecer o caráter republicano" e não as diferenças partidárias. 

         Na terça-feira (19), o peemedebista anunciou o apoio a Serra. Apesar de abrir o voto, Rigotto, que anunciou ter votado em Marina Silva (PV) no primeiro turno, avisou que não vai participar ativamente da campanha tucana." 
                                                                                                                                             por ZEROHORA.COM

     

sábado, 23 de outubro de 2010

A farsa mente: O projeto representado por Serra deve ser derrotado com a arma da VERDADE

10 coisas que devemos fazer para garantir a derrota do Serra (e a vitória da Dilma)

 

1. Contar a verdade: dizer o que foi o governo FHC e o que é o governo Lula

2. Contar a verdade: dizer o que foi o papel do Serra no governo FHC e sua passagem como trampolim pela prefeitura e pelo governo do Estado de São Paulo.

3. Contar a verdade: desfazer todas as calúnias e mentiras que a campanha do Serra espalha sobre a Dilma.

4. Contar a verdade sobre quem é a coligação que está com Serra e que gostaria de assaltar de novo o Estado brasileiro.

5. Contar a verdade: dizer o que foram as privatizações – maior escândalo da história brasileira, em que o BNDES saneava, com dinheiro público, empresas estatais e depois vendia, a preço de banana, com crédito subsidiado, a grandes empresas privadas.

6. Contar a verdade: como disse FHC, Serra foi o mais entusiasta adepto da privatização da Vale do Rio Doce, empresa líder do seu setor, vendida a preço barata, que hoje vale centenas de vezes mais.

7. Contar a verdade: o governo FHC-Serra mudou o nome da Petrobrás para tentar privatizá-la.

8. Contar a verdade: o governo FHC-Serra foi um governo dos ricos e contra os pobres, aumentou a desigualdade social no Brasil, deixou a maior parte dos trabalhadores sem contrato de trabalho, elevou o desemprego e baixou o poder aquisitivo dos salários.

9. Contar a verdade: Serra se aliou ao que de pior tem a sociedade brasileira, dos ruralistas aos setores mais conservadores da igreja Católica e de igrejas evangélicas, passando pelo DEM e pelos banqueiros.

10. Contar a verdade: Serra queria acabar com a política externa soberana do Brasil e voltar a nos tornar subservientes aos EUA

POR ESSAS E POR OUTRAS MIL RAZÕES, VAMOS DERROTÁ-LO E ELEGER DILMA PRESIDENTA DO BRASIL NO DIA 31 DE OUTUBRO.
                                                
                                                                                                                      Por Emir Sader

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Dilma do PT realmente será a NOSSA Presidente, conforme nova pesquisa de hoje

20/10/2010 - 20h09

Ibope: Dilma (PT) lidera com 51%; Serra (PSDB) tem 40% dos votos totais


http://www.papillon.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/dilma1.jpg                     A NOSSA PRESIDENTE

Infográfico

 
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra que Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida presidencial com 51% dos votos totais (incluindo brancos e nulos). Seu adversário, José Serra (PSDB), tem 40%.
Na pesquisa Ibope anterior, divulgada no dia 13, Dilma tinha 49%, e Serra, 43% dos votos totais.
Considerando somente os votos válidos (sem considerar brancos e nulos), Dilma tem 56%, e Serra, 44%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para cima ou para baixo.
De acordo com o Ibope, as intenções de voto em branco e nulos somam 5%. Os indecisos são 4%.
A pesquisa ouviu 3.010 eleitores, de 18 a 20 de outubro. Encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo", está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de protocolo 36476/2010.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

CONFIRMADO: DILMA SERÁ A NOSSA PRESIDENTE

Vox Populi:Dilma lidera com 51% e Serra tem 39%

 

19 de outubro de 2010 | 10h 02
AE - Agência Estado
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, aumentou para 12 pontos porcentuais sua vantagem em relação a seu adversário José Serra (PSDB), segundo pesquisa Vox Populi/iG, divulgada hoje. A petista tem 51% das intenções de voto contra 39% do tucano. Os votos brancos e nulos seguem em 6% e os indecisos somam 4%. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos.
O levantamento ouviu três mil eleitores entre os dias 15 e 17 deste mês. O resultado, portanto, não capta o impacto do debate realizado pela Rede TV! em parceria com o jornal Folha de S.Paulo no último domingo, nem a entrevista concedida ontem por Dilma ao Jornal Nacional.
No levantamento anterior, realizado entre os dias 10 e 11 deste mês, a vantagem de Dilma era de oito pontos: a candidata do PT tinha 48% e Serra, 40%. Na época, os indecisos eram 6% e os votos brancos e nulos somavam 6%.
Na nova pesquisa, considerando apenas os votos válidos - sem contar brancos, nulos e indecisos -, a vantagem da petista sobe para 14 pontos porcentuais. Ela aparece com 57%, ante 43% de Serra. No levantamento anterior, os porcentuais eram, respectivamente, de 54% e 46%.
De acordo com o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos sobre em quem votar. Apenas 9% sinalizaram que ainda podem rever a decisão. A consolidação do voto é maior entre os eleitores de Dilma: 93%. Entre os eleitores de Serra, 89% afirmaram que estão decididos sobre o voto. A pesquisa Vox Populi/iG foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 36.193/10.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A turma do Serra é na realidade, uma quadrilha: veja abaixo


 Você quer conhecer o governo FHC, o  "moralista" PSDB e a "salamandra' do DEM (ex-PFL) leia abaixo;

É UMA QUADRILHA DE CENTENAS DE LADRÕES....

 

Ali o PSDB-PFL (hoje DEM) e os mais de 40 casos de corrupção abafados



A atual oposição ao governo Lula do PSDB PFL, quando era governo,
faliu e destruiu o Brasil dada a enorme evasão, roubalheira,
entreguismo e corrupção. Tudo foi abafado, nada investigado como
deveria pelo tal rolo compressor (nome dado pela mídia dependida e
burra que apoiava FHC) que era a maioria esmagadora tucano-pefelista
que compunha o congresso nacional lideados pelo ACM fraudador de painel
eletrônico. Hoje esta oposição podre tucano-pefelista que destruiu
80 anos o Brasil em apenas 8 anos posam de bastiões da moral. Vale
lembrar os escândalos da era FHC que foram abafados pela mídia
golpista que quer o tucanato de volta já que esta pendurou nas
privadoações dele:

1- SIVAM Logo no início da gestão de FHC, denúncias de corrupção
e tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para a
criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um
ministro e dois assessores presidenciais.
O presidente dos EUA mandou seu assessor paraapoiar a candidatura de
FHC e ganhou, de quebra, o Sivam, para uma empresa financiadora de sua
campanha;
Mas a CPI instalada no Congresso, após intensa pressão, foi esvaziada
pelos aliados do governo e resultou apenas num relatório com
informações requentadas ao MinistérioPúblico.

2- Pasta Rosa:Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise dos
bancos Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do
Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro
(Proer), FHC beneficiou com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa
jogada política para favorecer o seu aliado ACM. A CPI instalada não
durou cinco meses, justificou o "socorro" aos bancos quebrados e nem
sequer averiguou o conteúdo de uma pasta rosa, que trazia o nome de 25
deputados subornados pelo Econômico.

3- Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no
pagamento de títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner).
Os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor destes precatórios
para a quadrilha que comandava o esquema, resultando num prejuízo à
União de quase R$ 3 bilhões. A sujeira resultou na extinção do
órgão, mas os aliados de FHC impediram a criação da CPI para
investigar o caso.

4- Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram sob
forte suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria a
reeleição de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos
do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do
projeto do governo. Eles renunciaram ao mandato e foram expulsos do
partido, mas o pedido de uma CPI foi bombardeado pelos governistas. O
conluio entre a grade mídia privada e o governo
de FHC impediu que houvesse CPI da compra de votos;


5- Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o
governo promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para
piorar, socorreu com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam -
ambos com vínculos com tucanos de alta plumagem. A proposta de
criação de uma CPI tramitou durante dois anos na Câmara Federal e
foi arquivada por pressão da bancada governista.

6- Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos
no BNDES flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de Barros,
ministro das Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do banco.
Eles articulavam o apoio a Previ, caixa de previdência do Banco do
Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha
como um dos donos o tucano Pérsio Árida. A negociata teve valor
estimado de R$ 24 bilhões. Apesar do escândalo, FHC conseguiu evitar
a instalação da CPI.

7- CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo ainda
bloqueou a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias contra a
sua triste gestão.Foram arrolados 28 casos de corrupção na esfera
federal, que depois se concentraram nas falcatruas da Sudam, da
privatização do sistema Telebrás e no envolvimento do ex-ministro
Eduardo Jorge. A imundície no ninho tucano novamente ficou impune.

8- Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo Jorge foi
alvo de várias denúncias no reinado tucano: esquema de liberação de
verbas no valor de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem do
caixa-dois para a reeleição de FHC; lobby para favorecer empresas de
informática com contratos no valor de R$ 21,1 milhões só para a
Montreal; e uso de recursos dos fundos de pensão no processo das
privatizações. Nada foi apurado e hoje o sinistro aparece na mídia
para criticar a "falta de ética" do governo Lula.

9- E apesar disto, FHC impediu qualquer apuração e sabotou todas as
CPIs. Ele contou ainda com a ajuda do procurador-geral da República,
Geraldo Brindeiro, que por isso foi batizado de "engavetador-geral".
Dos 626 inquéritos instalados até maio de 2001, 242 foram engavetados
e outros 217 foram arquivados. Estes envolviam 194 deputados, 33
senadores, 11 ministros e ex-ministros e em quatro o próprio FHC.Nada
foi apurado, a mídia evitou o alarde e os tucanos ficaram
intactos.Lula inclusive revelou há pouco que evitou reabrir tais
investigações - deve estar arrependido dessa bondade! (um grave erro,
diga-se de passagem, porque acabou sendo conivente).

10- Vale do Rio Doce- Nunca devemos nos esquecer que a Cia. Vale do
Rio Doce foi vendida por R$ 3 bilhões de reais, financiados pelo
BNDES, e hoje vale mais de 60 bilhões, de dólares., sem investimento
no período que justifique tal valorização. Ou seja o brasileiro foi
roubado visto que este patrimônio do povo brasileiro foi entregue aos
patrocinadores de FHC que apoiavam e sustentavam o tucanato.

11- RÃS do Barbalho - O escândalo Jader Barbalho e a criação de
Rãs de sua esposa, não teve CPI e ninguém devidamente punido. Mesmo
após alguns escândalos de Jader ligados ao Banco da Amazônia, ele
foi indicado para presidência do senado por duas vezes por FHC.

12- Os Milhões da Limus - ROSEANA SARNEY DO PFL e apoiada por FHC
DEU 6 DESCULPAS DIFERENTES PARA A ORIGEM DOS MILHÕES QUE ESTAVAM NO
COFRE DA EMPRESA LUMUS ( DE SEU MARIDO JORGE MURAD), Investigaçõesa
abafadas e NEM CPI ACONTECEU;

13-FIRJAN- o Tucanato isentou todas indústrias filiadas a Firjan,
Estado do RJ, de devida investigação quanto a arrecadação de
impostos federais. Sonegação correu solta. Nada de CPI.

14- EAS- Para comprar a Eletropaulo, em abril de 1998, a AES
americana recebeu de FHC dois empréstimos do BNDES, que totalizam US$
1,2 bilhão. Não pagou a dívida e também não ofereceu nada em
garantia, a não ser as ações da própria Eletropaulo. O problema é
que, depois de uma sucessão de erros de gestão que se somaram a uma
política deliberada de remessas de dividendos para o exterior, os
cofres da Eletropaulo secaram. A companhia deve R$ 5,5 bilhões, metade
com correção cambial, e, segundo a cotação das ações, vale apenas
US$ 280 milhões. Ou seja: a reestatização pode deixar um rombo de
US$ 1 bilhão para a União. Nada investigado.



15-WOLRDCOM- Esta empresa respondeu por fraude contábil e foi a
falência nos EUA. Ela foi donatária da Embratel pelo doador FHC que
entregou todo o Sistema Telebrás por míseros US$ 19 bilhões. A
WorldCom não conseguiu Manter a Embratel e vendeu-a para o grupo
Mexicano Telmex. Para se ter uma idéia do prejuízo da entrega das
Teles, a estatal de teles da Nigéria foi vendida, 2 anos após a
entrega da Telebrás, por US$ 31 bilhões para uma empresa alemã. O
BNDES foi usado para empréstimo neste processo de privadoação das
Teles. Todas CPIs foram abafadas pela maioria esmagadora que compunha o
tal rolo compressor tucano-pefelista do congresso.

16-Sudam/Sudene - Foram extintas após escândalos de corrupção.
Ninguém punido. Nenhum tostão retornou para ao erário.

17- Dívida pública - FHC herdou de Itamar Franco uma dívida
pública de apenas R$ 63.000.000,00. Esta dívida foi para R$
895.000.000,00, em dezembro de 2002 e foi altamente dolarizada. FHC
além de dolarizar a dívida pública multiplicou-a 14 vezes,
aumentando-a, em 8 anos, 1320%, o que dá uma média de 165% por ano.

A dívida pública em Março/2006, foi para em R$ 1.000.000.000,00,
assim no governo de Lula, a dívida interna aumentou em apenas R$
105.000.000,00, ou seja, em 3 anos e 3 meses, teve um aumento da ordem
de 11,73%, o que dá uma média de 3,9% por ano. Lula ainda fez melhor,
além de subir pouco a dívida, desdolarizou-a pois a parcela
indexada ao dólar acarretava constante aumento da taxa de câmbio no
vencimento do serviço desta dívida indexada na moeda americana. Por
isso o dólar hoje está no patamar que deve. A mídia golpista nunca
destacou esta diferença de aumento da dívida entre os governos de
Lula e FHC.
18- PSDB e o Crime organizado - O chefe do crime organizado no Mato
Grosso, João Arcanjo Ribeiro, condenado a 37 anos de prisão por
diversos crimes, entre eles vários assassinatos, afirmou que o senador
Antero Paes de Barros (PSDB-MT) o procurou em sua fazenda em 2002 para
que ele financiasse a campanha do tucano ao governo do Estado. "O
senhor Antero é um velho conhecido, esteve comigo, pessoalmente, na
minha fazenda, São João da Cachoeira, com dois amigos, antes da
eleição de 2002. Lógico que como candidato ele não poderia ir lá e
pegar o dinheiro emprestado em seu próprio nome. Acertamos para ele
procurar o Nilson Teixeira, o chefe da factoring Confiança", afirmou
Arcanjo. Para piorar ainda mais a situação do PSDB, a Justiça do
Mato Grosso expediu, em abr/06, carta precatória para o Juízo da
Comarca de Brasília com a finalidade de penhorar o Fundo Partidário
do PSDB e de bens particulares de Antero Paes de Barros, do
ex-governador Dante de Oliveira e do vice-presidente do partido no Mato
Grosso para quitar uma dívida de R$ 1,69 milhão com a gráfica Genus
da campanha de 1998.
19- FURNAS- Dimas Toledo- A lista de favorecidos com caixa 2 de
Furnas feita em 2002 tem a maioria de tucanos e pefelistas,
beneficiando acima de tudo as campanhas de Serra, Alckmin, Aécio
Neves, ACM e Neto.


20-BANESTADO- Mais de US$ 60 bilhões evadidos do Brasil na era FHC
via este banco. CPI para apurar a evasão via Banestado na era FHC foi
abafada. Foi aberta investigação na era Lula. Porém o relator que
era tucano arquivou o relatório.


21-CONFISCO- -Em 31/06/2002, o governo FHC através do Banco central
promoveu um "confisco" nos moldes do governo Fernando Collor de Mello,
ao mudar as regras dos FUNDOS DE RENDA FIXA, aplicação esta que é
usada pela classe média como poupança já que a própria caderneta de
poupança não cobre a inflação. Os rendimentos nestes fundos ficaram
negativos com PERDAS SIGNIFICANTES para os pequenos poupadores. Os
grandes poupadores sacaram o dinheiro com antecedência e o pequeno
pagou a conta. Foi pior que o confisco Collor já que este dinheiro
não será devolvido nem minguado e sim usado para rolar a imensa
dívida pública que FHC multiplicou por 12 (era 62 bi em 1994 passou
para mais de 700 bi em jun/2002). Lamentável a alta taxa dos juros e
a decisão do Banco Central de encurtar o prazo de vencimento dos
títulos públicos federais. Essa decisão foi um erro, medida
unilateral, um confisco escancarado do poupador e aplicador, um calote.
O FHC usou a oposição como bode expiatório, ao atribuir esta crise
na economia (aumento acentuado do dólar, aumento acentuado do risco
Brasil e queda acentuada na bolsa) decorrente deste confisco à falta
de um projeto claro dos candidatos da oposição para manter a
estabilidade. Muita cara de pau para um presidente escacaradamente
confiscador do dinheiro público. Nada de CPI.


22-CSN- Em Jul/02, a privatizada (privadoada) CSN, maior siderúrgica
da América Latina, foi desmascarada em relação a seu faturamento,
apresentando uma dívida bruta de US$ 2,7 bilhões, quando da fusão
com a anglo-holandesa Corus. Antes os governistas prolatavam que depois
que foi privatizada (dada!), a CSN passou a dar lucros, pagar melhores
salários e a pagar mais impostos. Demitiram e só geraram prejuízo e
mais: não é era brasileira como prolatavam e tem sempre remessa de
lucros para o exterior já que o objetivo da Corus (dona) é apenas
ter matéria prima para produção do aço e obviamente reduzir
investimentos. A CPI da privatização foi abafada.


23-PROER- FH e tucanato socorreu bancos privados e banqueiros
corruptos (Proer) com US$ 25 bilhões do dinheiro público. O PROER,
programa criado pelo FHC para salvar os Bancos falidos (NACIONAL,
BAMERINDUS, ECONÔMICO) deu prejuízo da ordem de US$ 29 bilhões, em
valores de hoje, aos cofres públicos. O governo conseguiu recuperar
apenas 25% do que gastou. O PROER NÃO é um empréstimo, como a
imprensa divulga (ONDE JÁ SE VIU EMPRESTAR DINHEIRO PARA MASSA
FALIDA?) É dinheiro a fundo perdido mesmo, é dinheiro jogado fora e
que não volta mais para o Tesouro Nacional, isto é, a sociedade
brasileira, todos nós. FHC socorreu bancos que foram administrados
fraudulentamente, premiando assim empresários corruptos. Foi um
estímulo a corrupção. Ninguém está na cadeia. CPI abafada.

24-GLOBO- FHC no apagar da luzes assinou projeto visando liberar mais
de US$ 1 bilhão via BNDES para salvar a falida Globo-cabo. O
escândalo de FHC com a jornalista da Globo foi então abafado. Lula
"descanetou" este empréstimo de FHC.

25-ENCOL- O presidente do Banco do Brasil na era FHC, Paulo César
Ximenes, juntamente com seis ex-diretores dessa instituição
foramacusados de gestão temerária devido a irregularidades em
empréstimos feitos à falida construtora Encol entre 1994 e 1995. Nada
investigado.

26- Caixa 2 de Serra Caixa das campanhas de José Serra (1990 a
1996) e de Fernando Henrique (1994 e 1998), há envolvimento destes em
denúncias que vão desde pequenos problemas com a Receita Federal até
a suposta cobrança de uma propina de R$ 15 milhões do empresário
Benjamin Steinbruch, para favorecê-lo no leilão da Vale e prejudicar
os fundos de pensão dos funcionários de estatais. O empresário teria
dito, à época, que estava convencido de que Ricardo Sérgio falava em
nome do PSDB e decidiu pagar a propina.

27- FHC e Editora Abril (revista Veja) O Grupo Civita, na Argentina,
levou um pé na bunda quando tentou adquirir um grupo de mídia
argentino em estado falimentar. A mídia Argentina colocou para o
público todas as maracutaias e corrupção com o governo FHC
envolvendo a editora Abril e narrou toda sua podre história. Os
Civitas voltaram para casa com o rabo entre as pernas. Os vínculos
sorrateiros da "Veja" com o ex-presidente FHC, deram - na única
resenha da imprensa - capa do seu livro, apresentada por um escriba de
plantão;
No Acordo entre tucanos e Editora Abril, Civita teria como incumbência
fomentar uma ação nacional por meio da revista Veja. Civita e FHC
mantêm antiga amizade. O grupo do
ex-presidente ajudou a criar o modelo de ideologia que é propagada
pela revista, uma colorida e didática cartilha neoliberal. Civita é
conhecido por sua língua afiada e descontrolada. Certa vez, numa
reunião com executivos do grupo, chamou Pelé de "negrinho do
pastoreio". Em outra ocasião, disse que a ex-ministra Erundina era
"uma gabirua que fedia a merda". As histórias de Veja misturam
roteiros de filmes sobre a Máfia com bizarrias hard-core. Durante
muitos anos, o feitor de Civita em Veja foi o truculento Eduardo
Oinegue Faro, uma espécie de Jason Blair brasileiro, capaz de "fazer
(ou inventar) qualquer negócio", seja para vender revista ou para
destruir uma personalidade pública. Exagerado em suas doses, Oinegue
foi transferido para a revista Exame. Há poucos meses, o "padrinho
Civita" sofreu ao saber que seu pupilo o estava roubando, exatamente
conforme nos roteiros dos filmes sobre a Cosa Nostra. Oinegue Faro
estava embolsando mais de um milhão de Reais em negócios
inescrupulosos com um lobista. Triste fim para uma história de
confiança na "famiglia".

Ainda tem, envolvendo dinheiro público, e não investigado:

28- FHC e FSP - O Grupo folha pendurou descaradamente nas
privadoações das Teles por FHC

29- FHC e JB - O controlador do JB, O Grupo Terra espanhol pendurou
nas privadoações de FHC.

30-FHC assinou o hipócrita tratado de não proliferação Nuclear.
Correu grana por fora para FHC submeter tão facilmente a este
hipócrita tratado, submetendo aos mandos e desmandos do G-7.

31-FHC e Correios _ 40 milhões fraudados em licitações (apurados na
CPI dos correios da era Lula!)

32-FHC e não investigação fiscal dos associcados da Firjan.

33-FHC e seu escritório - FHC não conseguiu nenhum cargo
internacional - como era seu sonho - e tem que se contentar com o
luxuoso escritório no Vale do Anhangabaú, montado por grandes
empresários paulistas, em agradecimento pelo que lucraram durante seu
governo;

34-FHC e Alca - FHC fez de tudo para liberalizar o Brasil já falido
por ele querendo aderir ao plano ALCA de apropriação dos latinos
pelos americanos. Clinton que já havia apropriado do petróleo
mexicano "convenceu" o deslumbrado FHC. Sorte que FH não
conseguiu fazer o sucessor. Investigações abafadas.

35-FHC e viagens- Sem retorno algum para o Brasil. Só entreguismo e
destruição.

36-FHC e o valerioduto do tucanato em MG - Este escândalo foi
abafado por FHC e pelos tucanos-pefelistas em todas as CPIs
instauradas na era Lula.

37-FHC e Fiesp - FIESP sempre conseguiu o que quis na era FHC em
matéria de remessas, empréstimos, evasões, benesses, etc. Patrocinou
o tucanato e o quer de volta.

38-FHC e Petrobrax FHC fatiou a Petrobras também tentou a mudança de
nome da empresa, visando sua entrega. O Povo não engoliu.

39-FHC e APAGÃO No governo FHC, o país não investiu em geração e
distribuição de energia, o que desestimulou e dificultou a
instalação de industrias, causou racionamentos, apagões; recessão,
etc. Nada investigado.

40- FHC e sumiço do dinheiro das privadoações Mais de US$ 60
Bilhões, o povo não viu a cor deste dinheiro.

41- FHC e o sumiço das reservas - Mais de US$ 60 Bilhões. Ninguém
viu a cor do dinheiro.

42 FHC e a Amazônia - No apagar das luzes do seu mandato FHC criou
projeto de lei para entrega de milhões de km2 da Amazônia para falsas
ONG's internacionais, por 60 anos renováveis, o que foi repudiado
e arquivado pelo congresso na gestão de LULA, o sucessor.

43- FHC e o foro privilegiado - Pediu aos comparas e Criou a lei do
foro privilegiado para os políticos inativos que desempenharam
ilegalmente suas funções, assim o próprio FH pôde se safar de uma
enxurrada de ações contra seu desempenho medíocre, suspeito,
"falidor" , " apátrida", xenófilo, incompetente,
subserviente, entreguista, corrupto e miserável.

44 -FHC e a lei da Mordaça (lei 65/1999), no apagar das luzes do seu
mandato (dez/02). Esta lei beira a agressão e é uma iniciativa que
lembra a época do totalitarismo. FHC enviou esta lei de de sua
autoria para o Congresso em 1997. Os dois pontos mais questionados por
amplos setores da sociedade e que demonstram o pânico de FH em ter
que enfrentar a Justiça, justamente por tem muita culpa no cartório,
estão: uma alínea que seria acrescentada no artigo 3º da lei nº
4.898, de 1965 - proibindo que procuradores da República, promotores
de Justiça, delegados de polícia, juízes e outras autoridades
divulguem fatos ou informações sobre crimes cometidos por agentes
públicos e a alteração do parágrafo 5º do artigo 17 da nº 8.429,
de 2 de junho de 1992, tenta passar a prerrogativa de foro privilegiado
em razão de exercício de função pública.

45- FHC e etc, etc, etc...que destruiu o Brasil 80 anos em 8., nada
investigado, tudo abafado, inclusive pela mídia golpista. Porém o
melhor presidente pós JK, Lula, é investigado como nenhum outro na
história pelos invejosos e golpistas tucanos-pefelistas.

Lula é eleito e coloca o Brasil nos eixos:

Lula foi eleito com o maior nº de votos da historia do país e o
segundo maior na história do planeta. -No primeiro ano de governo,
Lula apenas procurou colocar o país nos eixos já que recebeu uma
tremenda HERANÇA MALDITA: contratos capachos de concessões, país
altamente vulnerável, sem crédito, e endividado (dívida pública =
64% do PIB e dolarizada), taxa de câmbio alta, déficits constantes
na balança comercial, risco país altíssimo, alto índice de
desemprego, etc.

No segundo ano do governo Lula as coisas melhoram para o país:
históricos recordes constantes nas exportações, históricos recordes
positivos na balança comercial , redução e desdolarização da
dívida pública, crescimento econômico sustentado, criação de
empregos, enfim ótimos índices macroeconômicos fazendo com que o
Brasil alcançasse o maior crescimento dos últimos 11 anos.

No terceiro ano de governo Lula os resultados aparecem, a popularidade
cresce ainda mais e deixam a mídia e oposição tucanos-pefelistas no
desespero: Lula pagou parte da dívida externa (nunca pagaram antes),
Lula reduziu e desdolarizou a dívida pública (antes só subia e
dolarizava), Lula não pediu dinheiro e despachou/chutou o FMI
(governos anteriores só pediam dinheiro ao FMI que impunham
condições impeditivas de crescimento, FHC esmolou com o FMI por 3
vezes), Lula tem dinheiro em caixa (nunca tiveram antes).

No governo Lula, o risco Brasil caiu a baixos níveis históricos
(nunca caiu antes), Lula tem dinheiro para INVESTIMENTO social (não
tinham antes e chamavam de GASTO), Lula fabrica plataformas e Navios no
Brasil (antes fecharam os estaleiros), O preço internacional do
petróleo subiu, mas a gasolina no Brasil de Lula não (subia sempre
antes), no governo Lula há volumes grandes de investimento no Brasil
(não tinha antes), Lula não vendeu ou doou empresas (entregaram
várias antes), Lula empregou 3,7 milhões em 3 anos (antes só
desempregavam, FHC desempregou mais de 8 milhões em 8 anos), na era
Lula a PF prende tubarões (nunca prendiam antes).

No governo Lula, o salário mínimo foi a mais de US$ 150 (antes nunca
passou de 90 antes), recordes positivos históricos nas exportações
na era Lula (antes priorizavam a importação e pouco exportavam),
recordes históricos na balança comercial de Lula (antes quase somente
déficits), dólar só cai no governo Lula (antes só subia), na
governo Lula houve redução da miséria pela primeira vez na história
(antes só aumento), no governo Lula o Brasil tem presença
internacional liderando e impondo respeito criando o G-4 e G-20 (antes
só capachismo e submissão), no governo Lula tivemos o melhor ministro
da fazenda de todos os tempos (antes só subalternos do capital
estrangeiro, submissos e capachos), no governo Lula tá tudo iluminado
(antes só apagão).

Isso tudo causou desespero da oposição tucano-pefelista que começou
armar um golpe.

Ontem FHC reuniu Foz do Iguaçu com empresários ESTRANGEIROS, para oferecer ESTATAIS, em troca de dinheiro para a campanha de Serra

 OS VENDILHÕES DA PÁTRIA QUEREM VOLTAR ...


Por Hildegard Angel.
   Uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro

Recebi hoje este e-mail impressionante. Uma denúncia gravíssima, que já repercute na internet, e que merece ser apurada pela grande imprensa e deve ser sabida por todos os brasileiros, para tirarem dela suas próprias conclusões.
Trata-se do encontro-jantar que houve ontem, em Foz de Iguaçu, reunindo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, falando em inglês para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas. Exatamente às 21h30m, enquanto os candidatos Dilma Rousseff e José Serra debatiam na RedeTV, e este se esquivava de dar respostas concretas sobre possíveis intenções tucanas de privatizar ainda mais o Brasil, pois bem, naquele exato momento, naquele evento fechado, FHC teria feito uma palestra sobre a privatização da Petrobras, de Itaipu e do Banco do Brasil, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil. Segundo o jornalista mineiro Laerte Braga, a idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas. Laerte, que acompanhou o evento do lado de fora, recebendo as informações em conta-gotas, afirma em seu texto que FHC assumiu com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José Serra.
Vou transcrever o texto, que está claro, muito bem explicado e no tempo presente de verbo, pois ele postou a matéria enquanto o evento acontecia, suprimindo algumas partes:
"Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito. E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef. Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.
Para o ex-presidente, é fundamental a participação desses grupo na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.
O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos.
Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil (...)".
Laerte informa que o evento "foi organizado por Raphael Ekman - Investor Relations at Tarpon Investment Group São Paulo e região, Brasil - que no momento ocupa cargo de Commercial Manager da Globosat  (Setor Serviços financeiros)”.
O jornalista conseguiu apurar a participação, no evento, dos senhores Alice Handy, Keith Johnson e Anjum Hussain, CFA, CAIA...
O fato é realmente grave e pode ser visto como um ato contra a soberania brasileira e seria importante tanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como o candidato José Serra virem a público esclarecer essa denúncia, que foi postada ontem, em texto assinado por Laerte, e pode ser lida no http://redecastorphoto.blogspot.com/2010/10/fhc-esta-acertando-venda-do-brasil-em.html 
Nascido em Juiz de Fora, Laerte Braga é jornalista, já tendo trabalhado no mais importante veículo de seu estado, o jornal Estado de Minas, e, no Rio de Janeiro, no Diário Mercantil.